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domingo, 11 de janeiro de 2009

AL BERTO NASCEU HÁ 60 ANOS


Al Berto (Alberto Raposo Pidwell Tavares) nasceu em Coimbra, a 11 de Janeiro de 1948 (e morreu em Lisboa, a 13 de Junho de 1997).

O blogue da Assírio e Alvim faz-lhe hoje uma curta referência.

E ao anoitecer / adquires nome de ilha ou de vulcão / deixas viver sobre a pele uma criança de lume / e na fria lava da noite ensinas ao corpo / a paciência o amor o abandono das palavras / o silêncio / e a difícil arte da melancolia (poema E ao anoitecer, retirado do sítio As Tormentas)

sexta-feira, 9 de janeiro de 2009

CONGRESSO SOBRE LITERATURA INFANTIL EM SANTIAGO DE COMPOSTELA EM 2010


A forza das minorías é o título do 32º Congresso Internacional do IBBY (International Board on Books for Young People), de 8 a 12 de Setembro de 2010, em Santiago de Compostela. Os temas do congresso são:

- Literatura infantil e juvenil: uma minoria no conjunto da literatura,
- Literatura infantil e juvenil em línguas minoritárias: da diferença à sobrevivência,
-Leitores em situação de minoria.


O logo do congresso e o cartaz, reproduzido no lado esquerdo, pertencem ao ilustrador galego Xan López Domínguez (Lugo, 1957).

sábado, 27 de dezembro de 2008

PRÉMIO DO CLUBE LITERÁRIO DO PORTO

O Prémio do Clube Literário do Porto, este ano já em 4ª edição, vai ser atribuído em cerimónia pública ao escritor António Lobo Antunes, hoje pelas 22:00. O prémio anual, no valor de 25 mil euros, galardoa um autor pela sua criatividade na narrativa e na ficção.

O Clube Literário do Porto fica na Rua Nova da Alfândega, 22, naquela cidade.

quarta-feira, 3 de dezembro de 2008

ANTÓNIO LOBO ANTUNES


O escritor português António Lobo Antunes recebe o Prémio FIL em Guadalajara, México (imagem do jornal El Pais).

sexta-feira, 21 de novembro de 2008

ALICE VIEIRA HOJE NA TERTÚLIA VIA LATINA


Ela vai falar, às 21:30, na Galeria Matos Ferreira (Rua Luz Soriano, 18, Lisboa). Uma realização do ciclo de tertúlias organizado pelo blogue
Via Latina.

Para justificar a sua actividade como escritora, Alice Vieira fala de uma culpada, a sua filha Catarina. Um dia, a criança, então com nove anos, terá dito: "Já li todos os livros que há para ler. E agora, o que é que leio"? A mãe decidiu escrever um livro em conjunto com a filha. Meteu papel à máquina de escrever e saíu a seguinte frase: «Quando a minha irmã nasceu o meu desapontamento foi tão evidente que a minha mãe, abafada entre lençóis e cobertores da cama do hospital, me disse: Ela vai crescer num instante»! Era o começo do primeiro capítulo do livro Rosa, minha irmã Rosa. Ganhou o prémio de Literatura Infantil Ano Internacional da Criança (1979), dividiu-o com os filhos e fizeram em conjunto uma viagem à Grécia. Depois, em 1983, com Este Rei que Eu Escolhi ganhou o Prémio Calouste Gulbenkian de Literatura Infantil e em 1994 o Grande Prémio Gulbenkian, pelo conjunto da sua obra.

Nascida em 1943 em Lisboa e licenciada em Germânicas (Faculdade de Letras da Universidade de Lisboa), começou a escrever nos jornais em 1958 (Suplemento Juvenil do Diário de Lisboa). A partir de 1969 dedicou-se ao jornalismo profissional.

domingo, 16 de novembro de 2008

ALICE VIEIRA EM TERTÚLIA NA GALERIA MATOS FERREIRA NO DIA 21


Organizado pelo blogue Via Latina, a escritora Alice Vieira estará na próxima sexta-feira, dia 21, pelas 21:30, na Galeria Matos Ferreira (Rua Luz Soriano, 18, ao Bairro Alto). Darei mais detalhes em breve.


[na imagem, pormenor da galeria, actualmente com uma exposição de pintura de António Flores]

sexta-feira, 1 de agosto de 2008

ANTÓNIO QUADROS


António Quadros Ferro mantém um blogue cujo título é o nome do seu avó António Quadros. Prestou recente homenagem a esse seu antepassado, no momento do aniversário de nascimento, com textos de familiares e investigadores.

Da mensagem colocada no dia 25 de Julho passado, assinada por
Romana Valente Pinho retiro a seguinte nota biográfica:

António Gabriel de Quadros Ferro nasceu na cidade de Lisboa no dia 14 de Julho de 1923. Se fosse vivo faria 85 anos. Filho dos escritores António Ferro (1895-1956) e Fernanda de Castro (1900-1994), António Quadros licenciou-se em Ciências Histórico-Filosóficas pela Faculdade de Letras da Universidade de Lisboa e dedicou-se, durante toda a sua vida, à filosofia, à literatura e à arte de uma forma geral. Por esse motivo, fundou, entre outras instituições, a Associação Portuguesa de Escritores e o Instituto de Arte, Decoração e Design (IADE). Na sua actividade profissional fundou e dirigiu alguns dos periódicos mais importantes do seu tempo, a saber, Acto, 57 e Espiral.

domingo, 2 de setembro de 2007

EDUARDO PRADO COELHO


De Eduardo Prado Coelho (1944-2007) lembro-me de ter lido, nomeadamente, a antologia Estruturalismo (1968), Os Universos da Crítica (1983) e Vinte Anos do Cinema Português (1983). Por essa altura, eu vira-o no congresso do pós-modernismo (Depois do Modernismo, coordenado por Luís Serpa, em Janeiro de 1983), recordando-me do título venenoso publicado pelo jornal Expresso, "Pós de modernismo".

A sua leitura permitiu-me conhecer o estruturalismo e o que veio depois, nomeadamente o pós-modernismo. Ele era um farol, sempre pronto a revelar as últimas novidades, em especial as escritas em língua francesa. E com um grande ecletismo em termos de áreas de reflexão, da filosofia ao cinema e à moda. Ficou, aliás, célebre um artigo que escreveu sobre moda e publicado na revista Máxima [textos laterais retirados das últimas edições do JL - Jornal das Letras, Artes e Ideias e do Expresso - "Actual"].

Do livro Os Universos da Crítica, resultado da sua tese de doutoramento, o quase começo sufocava pela ousadia: "No interior do paradigam comunicacional, podemos considerar: a) uma versão erótica (segundo um modelo conjugal): crítica de identificação; b) uma versão tecnocrática: diluição do literário numa pragmática do texto ou da comunicação em geral; c) uma reformulação dos estudos históricos: a estética da recepção" (p. 16). E uma formulação estilística que eu desconhecia: "Questão de moda? Seja. Mas a moda é sintoma de" (p. 21).

Eduardo Prado Coelho, que queria aplicar as teses de Kuhn ao texto literário, mostra neste trabalho estruturalista o seu imenso conhecimento. Escreveria ele na mesma obra: "A «cultura literária», peça fundamental da «instituição da literatura», tem, pois, uma função determinada no sistema de distinções" (p. 185).

terça-feira, 6 de fevereiro de 2007

A MULTIDÃO NA LITERATURA

Hoje, dia 6, pelas 18:00, haverá nova sessão do II Seminário de Cultura de Massas em Portugal no Século XX. Eduardo Cintra Torres vai falar sobre A multidão na literatura portuguesa na passagem do século XIX para o Século XX.

Como habitualmente, a sessão decorre na Universidade Nova de Lisboa, à Av. de Berna, 26, na sala de reuniões do 7º piso da FCSH.