Textos de Rogério Santos, com reflexões e atualidade sobre indústrias culturais (imprensa, rádio, televisão, internet, cinema, videojogos, música, livros, centros comerciais) e criativas (museus, exposições, teatro, espetáculos). Na blogosfera desde 2002.
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segunda-feira, 2 de abril de 2018
sexta-feira, 26 de janeiro de 2018
Sobre o desaparecimento da livraria Leitura (Porto)
Retiro do Público online
(https://www.publico.pt/…/o-adeus-a-leitura-e-mais-um-alerta…):
(https://www.publico.pt/…/o-adeus-a-leitura-e-mais-um-alerta…):
"Estava ainda em processo de digestão da despedida da sua biblioteca e acervo de arte decretada por “necessidade” quando, esta semana, uma outra notícia chegava para o entristecer. Fernando Fernandes soube por um jornalista do fim da Leitura, a livraria que fundou em 1958, ainda sob o nome de Divulgação, e que por quase 50 anos foi “espaço de resistência” e lugar de culto para quem gostava de livros”. A livraria decretou insolvência no último 15 de janeiro. Os quatro trabalhadores tinham salários em atraso há cerca de um ano.
A minha memória cultural da livraria Leitura remonta à década de 1970. A livraria vinha na sequência da livraria Divulgação (1958), que domiciliava gente da cultura e das artes da cidade, em especial a conotada com a oposição política: José Augusto Seabra, Carlos Porto, João Guedes (ator), Eugénio de Andrade, Egito Gonçalves, Fernando Guimarães, Rebordão Navarro, Óscar Lopes, Ramos de Almeida, Dinis Jacinto e Alves Costa. Sessões de autógrafos de escritores como Aquilino Ribeiro, Rodrigues Miguéis, Ferreira de Castro, Jorge de Sena e Orlando da Costa encheram a livraria até à rua. No mesmo mês de junho de 1958, uma exposição coletiva englobou obras de Amadeu de Sousa-Cardoso, Almada Negreiros, Dórdio Gomes, Carlos Botelho, Júlio Resende, Mário Eloy e outros. Como livreiro, Fernando Fernandes nunca dizia “não temos” ou “está esgotado”.
O jornal, no texto de hoje, fala do livreiro como profissão em extinção. Estou de acordo, mas penso num quadro mais vasto. A livraria Divulgação, depois Leitura, era vizinha dos estúdios de Rádio Clube Português, inaugurados na mesma época, transferidos para a rua de Tenente Valadim no início da década de 1970, e do café Ceuta, espaço de tertúlia e sala de bilhares, hoje uma sombra do passado. E ainda da principal central telefónica da cidade, na esquina da rua da Picaria com a rua de Ceuta. A estação telefónica perdeu impacto. A Faculdade de Letras, não muito longe (junto ao hospital de Santo António), afastou-se dali em meados da década de 1970. Outra livraria, quase junto à Leitura, a Livros do Brasil, fechou há talvez dez ou quinze anos. Agora, a zona não é de indústrias da cultura mas de restauração, de oferta orientada para a francesinha (até a loja dos bolos "éclaires" mudou de perfil). Quem sobe hoje a rua de Ceuta vê edifícios em recuperação, sinal do desinvestimento da zona. A livraria ressentiu-se muito disso.
Entrar nos últimos anos na livraria era uma tarefa triste. Eu recordo a alegria do lançamento de um livro meu em 1997, a inaugurar a coleção Comunicação, dirigida por Mário A. Mesquita, integrada na Editora MinervaCoimbra. E, durante a década de 1980 e parte da década de 1990, onde comprei muitos livros de arte e estética para aulas na Árvore, cooperativa de ensino artístico, realço o atendimento conhecedor dos livreiros e a permanente atualidade. A Leitura chegou mesmo a produzir um catálogo regular com títulos e capas, um grande esforço de divulgação do livro de cultura (literatura, arte, ciências sociais e humanas), mal designado como técnico, como uma fatura de livro que ali comprei e que anexo.
terça-feira, 30 de maio de 2017
A Rádio e o fim do regime (Estado Novo)
Debate A Rádio e o Fim do Regime, organizado pela Universidade Católica Editora, no dia 10 de junho de 2017, na Feira do Livro de Lisboa (Praça Laranja), com moderação de Nelson Ribeiro e presença de Rogério Santos, Adelino Gomes e José Manuel Nunes. Lançamento do livro Estudos da Rádio em Portugal.
terça-feira, 20 de dezembro de 2016
Editora FLOP
A FLOP é uma editora de Adriana Oliveira, Carolina Lapa, Tamina Šop, Luís Nobre e Rui Manuel Amaral. A nova editora propõe-se publicar sem concessões altíssima literatura, o que torna claro o nome e certo o colapso financeiro.
O volume inaugural é a antologia de contos de Daniil Kharms (1905-1942) Três Horas Esquerdas, com tradução e apresentação de Júlio Henriques. Três Horas Esquerdas marcou a estreia da MARIONET em co-produção com o Teatro Académico de Gil Vicente, espectáculo que também foi a estreia em palcos portugueses do escritor russo. Autor de larga obra de escritos com estilo muito particular, grande parte da sua obra esteve proibida na Rússia estalinista e só na segunda metade do século XX os seus textos começaram a emergir. Consciente da importância da obra deste escritor na literatura mundial, a MARIONET quis contribuir para o seu conhecimento dentro das nossas fronteiras. O Três Horas Esquerdas tem por esqueleto 14 curtos textos agrupados num pequeno capítulo da Grande Enciclopédia da Estupidez Humana.
Todos os leitores que participarem na campanha de pré-compra serão co-editores da obra e o seu nome (ou o nome que indicarem) constará nessa lista.
Mais informações sobre o livro e a editora Flop aqui e aqui.
O volume inaugural é a antologia de contos de Daniil Kharms (1905-1942) Três Horas Esquerdas, com tradução e apresentação de Júlio Henriques. Três Horas Esquerdas marcou a estreia da MARIONET em co-produção com o Teatro Académico de Gil Vicente, espectáculo que também foi a estreia em palcos portugueses do escritor russo. Autor de larga obra de escritos com estilo muito particular, grande parte da sua obra esteve proibida na Rússia estalinista e só na segunda metade do século XX os seus textos começaram a emergir. Consciente da importância da obra deste escritor na literatura mundial, a MARIONET quis contribuir para o seu conhecimento dentro das nossas fronteiras. O Três Horas Esquerdas tem por esqueleto 14 curtos textos agrupados num pequeno capítulo da Grande Enciclopédia da Estupidez Humana.
Todos os leitores que participarem na campanha de pré-compra serão co-editores da obra e o seu nome (ou o nome que indicarem) constará nessa lista.
Mais informações sobre o livro e a editora Flop aqui e aqui.
sexta-feira, 1 de julho de 2016
EDIT – Feira de Edições de Lisboa
Dias 2 e 3 de julho, das 15:00 às 21:00, na Galeria Monumental (Campo Mártires da Pátria, 101, Lisboa, com jardim).
A EDIT é uma feira de edições de arte, livros de artista, edições de autor, photobooks, múltiplos e muito mais, organizada pela STET – livros e fotografias, para reunir editores e artistas com o público. A feira dá a conhecer centenas de edições, portuguesas e internacionais, que seleccionamos cada ano para apresentar. Já na segunda edição, a feira tem nomeadamente a presença de Christophe Daviet-Thery, Abysmo, ATLAS Projectos, Cão Solteiro, Cine Qua Non, Culturgest, Fanzines e Martelos, FiM, GHOST, HiHiHi, Homem do Saco, Ideias no escuro, José Aparício Gonçalves, Kunsthalle Lissabon, Monumental - Centro de Artes, Pé de Mosca, Pierrot le fou, Re.vis.ta, scopio EDITIONS, Senhora do Monte, Serrote, Sistema Solar, Stolen books, Tipo.pt, The Unknown Books e Under the cover. Há lugar também para apresentações, debates e lançamentos de livros.
A EDIT é uma feira de edições de arte, livros de artista, edições de autor, photobooks, múltiplos e muito mais, organizada pela STET – livros e fotografias, para reunir editores e artistas com o público. A feira dá a conhecer centenas de edições, portuguesas e internacionais, que seleccionamos cada ano para apresentar. Já na segunda edição, a feira tem nomeadamente a presença de Christophe Daviet-Thery, Abysmo, ATLAS Projectos, Cão Solteiro, Cine Qua Non, Culturgest, Fanzines e Martelos, FiM, GHOST, HiHiHi, Homem do Saco, Ideias no escuro, José Aparício Gonçalves, Kunsthalle Lissabon, Monumental - Centro de Artes, Pé de Mosca, Pierrot le fou, Re.vis.ta, scopio EDITIONS, Senhora do Monte, Serrote, Sistema Solar, Stolen books, Tipo.pt, The Unknown Books e Under the cover. Há lugar também para apresentações, debates e lançamentos de livros.
quarta-feira, 25 de maio de 2016
segunda-feira, 4 de abril de 2016
Um livro sobre a editora Romano Torres
A alma da editora foi a literatura infantil e popular, com abertura ao romance histórico, ainda no final do século XIX. A coleção "Biblioteca de Recreio", iniciada em 1888, combinaria obras de referência, divulgação, história e romances. A coleção foi uma estratégia editorial para desenhar o catálogo da Romano Torres, que se prolongou por décadas e que se traduziu numa novidade à época: a especialização.
Os romances de aventuras nas coleções Salgari, Manecas e Gigante marcaram o conhecimento da juventude masculina de gerações, já na primeira metade do século XX. A coleção Azul, orientada para um público feminino, composta de novelas sentimentais e referenciada como a biblioteca ideal da família. Dito de outro modo: a biblioteca como lugar simbólico que incorporava novas relações temporais, acumulação, leitura e difusão.
Por outro lado, pseudónimos escondiam autores portugueses, que se identificavam apenas como "tradutores", o que lhes trazia mais liberdade quanto a histórias, lugares e fantasias. O tradutor era o elemento central no modo de circulação principal do livro a partir do século XIX, permitindo que textos romanceados europeus mas de línguas estrangeiras chegassem às mãos de leitores ávidos de novidades. Walter Scott, Dumas pai e filho, Emilio Salgari, Charles Dickens, Emile Zola, Jane Austin, as irmãs Brontë (Emily e Charlotte) e Odette de Saint-Maurice seriam alguns dos autores privilegiados pela editora.
Um terceiro fator marcante é a viabilização do negócio dentro de uma estrutura familiar. A editora Romano Torres nasceria do trabalho e conhecimento de tipógrafos, litógrafos e profissionais ligados à impressão, que criaram competências e negócios entre tipografias e editoras em torno do livro e do didatismo. A Romano Torres insere-se na regra da maioria das empresas que começam com um nome de família, com as chancelas das editoras a revelarem dois universos: empresarial e profissional.
O livro agora publicado revela uma faceta que não deixo de destacar: o arquivo organizado da empresa e a generosidade do último proprietário, Francisco Noronha e Andrade, doar o arquivo para melhor tratamento e divulgação de um espólio cultural marcante. Isso ilustra uma estabilidade empresarial ao longo da sua existência, em especial pela conservação da sua propriedade e identidade numa família.
O projeto, corporizado em torno de Daniel Melo e da sua equipa, chamou-se "Romano Torres: um arquivo histórico representativo da edição contemporânea", foi apoiado financeiramente pela Fundação Calouste Gulbenkian e em termos logísticos pela Faculdade de Ciências Sociais e Humanas da Universidade Nova de Lisboa, dentro do Centro de História da Cultura. Além do arquivo, o projeto promoveu encontros, edição de revistas e criou um sítio na internet. O livro tem capítulos escritos por Daniel Melo, João Luís Lisboa, Afonso Reis Cabral, Joanna Latka e Patrícia Cordeiro. A capa do livro tem ilustração de António José Ramos Ribeiro, trabalhada para aparecer na História Ilustrada da Guerra de 1914.
Leitura: Daniel Melo (2015). História e Património da Edição - a Romano Torres. Famalicão: Humus, 153 páginas, 8,5 euros
quinta-feira, 8 de outubro de 2015
Voltaire & Rousseau
A livraria fica na Ontaro Lane (Glasgow) (gentileza de P. C.). Cá em casa, ameaço seguir o exemplo, ainda na tendência da imagem à esquerda, esperando não chegar ao caos da outra.
segunda-feira, 3 de março de 2014
Quebra da venda de livros
"A venda de livros em Portugal sofreu uma quebra de 4,6% face ao exercício anterior, o que representa uma facturação de 310 milhões de euros em 2013, segundo o estudo Sectores Portugal, publicado pela DBK, da Informa D&B" (Público online). Lê-se, depois: "a produção no mercado editorial registou uma descida de 4,7%, para 324 milhões de euros, acompanhando a «tendência de redução do número de editoras», que engloba actualmente cerca de 460 empresas e «emprega hoje 2600 trabalhadores»".
sexta-feira, 14 de dezembro de 2012
sábado, 17 de março de 2012
Compra da Assírio & Alvim pela Porto Editora
A editora Assírio & Alvim foi agora adquirida pelo Grupo Porto Editora. Em agosto de 2011, entre as duas entidades fez-se um acordo na área da distribuição. Depois, em outubro último, estabeleceu-se um protocolo que incluía a parceria editorial. Manuel Rosa, o anterior accionista maioritário da Assírio & Alvim, assume doravante o papel de colaborador externo, com propostas de obras para edição (e lançou uma editora própria). A Assírio & Alvim foi fundada em 1972. Na primeira metade da década seguinte, a editora estava quase a falir, quando Hermínio Monteiro assumiu a sua direcção e a tornou uma prestigiada editora, apostando em autores consagrados, como Mário Cesariny e Herberto Helder e revelando novos poetas (Monteiro faleceu em 2001). Dados os problemas que existem atualmente nas editoras de média dimensão, com grande rotação de livros nas livrarias, concentração económica das editoras e das livrarias, fragilidades da distribuição, decadência da rede livreira tradicional e prazos de pagamento mais dilatados, a Assírio & Alvim apresentava muitas dificuldades (sigo de perto o artigo do jornal Público). O mercado livreiro está hoje fortemente representado pela Leya, Porto Editora e Almedina.
segunda-feira, 27 de fevereiro de 2012
Livro de Catarina Sobral
Um dia, os pontos decretaram greve. Os pontos? Quais pontos? TODOS os pontos! Primeiro, foi a escrita a colapsar… Nas escolas, nos museus, nas fábricas, nos hospitais, ninguém se entendia. O ponto de fuga desapareceu. E o ponto verde. E o ponto de encontro. Tudo e todos chegavam atrasados. E era impossível fazer o ponto da situação. Até que…
Greve é o livro de estreia da ilustradora Catarina Sobral e também o primeiro título de uma autora portuguesa na colecção Orfeu Mini. A autora vai estar na Livraria Arquivo (Av. Combatentes da Grande Guerra, 53, Leiria, http://www.arquivolivraria.pt/), na tarde de sábado, 3 de Março, pelas 16:30, para conversar com os leitores de todas as idades, desenhar autógrafos e rabiscar com os mais pequenos. Vamos fazer pessoas-ponto, casas-ponto e recriar pontos de vista. Ver informação sobre o livro em http://youtu.be/MUju5VD5gsA.
terça-feira, 27 de setembro de 2011
terça-feira, 20 de setembro de 2011
LANÇAMENTO DE LIVROS EM BRASÍLIA
A Faculdade de Comunicação UnB lança dois livros hoje às 19:00, no auditório FAC: Comunicação e Cidadania: princípios e processos, Dione Moura (Coord), coletânea com diversos autores da FAC e convidados, publicado pela Editora Francis e Campus 40 anos – dos papiros à internet, fruto do projecto final de curso de Jaqueline Lima (texto) e Taynara Nogueira (diagramação), Summus Editora.
domingo, 28 de agosto de 2011
PARCERIA ENTRE PORTO EDITORA E ASSÍRIO & ALVIM
O Grupo Porto Editora e a editora Assírio & Alvim estabeleceram acordo de parceria, o qual incide nas áreas de edição e distribuição com autonomia editorial. Esta relação surge depois da Porto Editora ter comprado as livrarias Bertrand, o que ilustra um reforço na cadeia de valor do livro por parte daquele grupo.
segunda-feira, 27 de junho de 2011
PROJECTO EDITORIAL DE LIVROS INFANTIS
O projecto Gato na Lua assume uma orientação editorial de publicação de álbuns ilustrados de grande qualidade dirigidos a crianças entre os três e os dez anos. Os autores e ilustradores falam línguas diferentes entre si, possuem referências e imaginários distintos, e partilhamos com as crianças essa cultura de diversidade, através dos seus textos e imagens, dizem os responsáveis pelo projecto editorial. O primeiro livro, O meu Balão Vermelho, tem como autor e ilustrador Kazuaki Yamada.
sexta-feira, 20 de maio de 2011
O LIVRO ELECTRÓNICO
Pela primeira vez, a venda de livros electrónicos da Amazon ultrapassou a venda de livros em papel. Por cada 100 edições impressas, o site vendeu 105 electrónicas (do jornal Público). Em Novembro de 2007, a Amazon havia lançado o primeiro modelo do Kindle. A mudança de paradigma (do papel para o digital) está a ser mais rápida que julgávamos.
Por outro lado, uma colega minha, de regresso de Nova Iorque, disse-me que a livraria que costuma visitar para comprar livros tinha prateleiras vazias. Ao comentar que tinha visto sobre um livro uma referência no sítio da internet, disseram-lhe que esse era outro serviço da empresa.
Por outro lado, uma colega minha, de regresso de Nova Iorque, disse-me que a livraria que costuma visitar para comprar livros tinha prateleiras vazias. Ao comentar que tinha visto sobre um livro uma referência no sítio da internet, disseram-lhe que esse era outro serviço da empresa.
terça-feira, 26 de abril de 2011
FEIRA DO LIVRO
A Feira do Livro, que se aproxima, vai ter três gigantes: Leya, Porto Editora e Babel. Com praças e não apenas stands (Sábado, 23 de Abril).
quinta-feira, 21 de abril de 2011
BERTRAND DO CHIADO - A MAIS ANTIGA LIVRARIA EM ACTIVIDADE
"Desde que abriu em 1732, a Livraria Bertrand do Chiado nunca deixou de funcionar. É por isso que entrou para o Guiness como a livraria mais antiga do mundo ainda em actividade" (Público).
sábado, 26 de março de 2011
LIVROS PRINT ON DEMAND
A Várzea da Rainha é uma empresa de apoio à edição que trabalha com o conceito de produção/impressão digital, Print on Demand (POD), em que as cópias de um livro são efectuadas a partir de um pedido online. Zita Seabra diz que, assim, é possível obter uma pequena tiragem mesmo inferior a quantidades que as gráficas recusam, sem stocks de livros e a preços competitivos (indicados no sítio da editora).
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