Textos de Rogério Santos, com reflexões e atualidade sobre indústrias culturais (imprensa, rádio, televisão, internet, cinema, videojogos, música, livros, centros comerciais) e criativas (museus, exposições, teatro, espetáculos). Na blogosfera desde 2002.
terça-feira, 31 de maio de 2011
PERFIL DO JORNALISTA PORTUGUÊS
Perfil sociológico do jornalista português, estudo financiado pela FCT e coordenado por José Rebelo, docente do ISCTE, é lançado no dia 7 de Julho, às 18:30 no ISCTE, em edição da Gradiva/ Fundação Calouste Gulbenkian. Apresentação por Rémy Rieffel (Institut Français de Presse/Universidade de Paris II) e Paquete de Oliveira.
segunda-feira, 30 de maio de 2011
AGENDA CULTURAL DE LISBOA
"Junho anuncia o verão; cheira a manjerico e sardinha assada. Há arraiais e marchas populares; os bailaricos entregam sons e cores às ruas e vielas dos bairros típicos. Nos eléctricos, no metro ou num autocarro faz-se teatro e ouve-se jazz. Canta-se o fado nas colinas que se debruçam sobre o Tejo. Outras artes transformam o espaço público num palco imenso. E, até nos mercados os paladares estão mais vivos e presentes. Eis uma cidade que se recria e reinventa… seja bem-vindo às Festas de Lisboa" (ler mais da agenda cultural de Lisboa aqui).
“LET THERE BE LIGHT” – WORKSHOP DE DESIGN DE PRODUTO
Orientado por Nick Holland, director of Design, Royal College of Art, na Faculdade de Filosofia (Braga), no dia 3 de Junho, das 18:00 às 23:00. O principal objectivo visa levar os participantes a experimentarem pessoalmente, de uma forma dinâmica e criativa, os vários passos e processos de pensamento necessários ao design de um produto viável. A tarefa prática consiste em conceber o design de um candeeiro de mesa e realizar um protótipo durante o workshop, com engenho, criatividade e sentido prático, capaz de transformar materiais simples num objecto dotado de outra dimensão e valor. Os processos de design envolvidos nesta tarefa incluem: planeamento, design, função, construção, sentido prático, sentido estético e sentido emocional. Email para mais informações: arturalves@braga.ucp.pt.
quinta-feira, 26 de maio de 2011
OBRAS DA FUNDAÇÃO SERRALVES EM ALGÉS
Livre circulação é o título da exposição no Centro de Arte Manuel de Brito em Algés, a partir da colecção da Fundação Serralves (Porto), com obras de artistas fundamentais das últimas quatro décadas. Do desdobrável que acompanha a exposição, retiro as seguintes ideias: "O conceito de circulação, com a sua inerente mobilidade de pontos de vista e de referências por parte do espectador, é explorado a partir de obras que utilizarão sobretudo a escultura, a pintura, o desenho e o vídeo como suporte". Autores como Fernando Calhau, José Pedro Croft, Julião Sarmento, Júlio Pomar, Manuel Baptista, Nikias Skapinakis, Pedro Cabrita Reis, René Bertholo e Rui Chafes expõem obras suas. As que mais me comoveram foram as de Ângelo de Sousa e Álvaro Lapa, desaparecidos nos últimos anos. Relevo ainda mais as obras de Lapa, recordando os tempos em que ele ensinava Estética na Escola de Belas Artes do Porto e eu exercia igual ofício na Árvore, na ida década de 1980. Eu teorizava mal e não praticava, ele teorizava e publicava e pintava. É uma memória à qual gosto de voltar, apesar de nunca me ter cruzado com ele e falado das questões que nos preocupavam.
FUTURO ARQUIVO FONOGRÁFICO NACIONAL
O Público de ontem trazia um texto assinado por Mário Lopes sobre o futuro Arquivo Fonográfico Nacional, a instalar em Évora em 2014, a partir do trabalho do Instituto de Etnomusicologia da Universidade Nova de Lisboa. O Museu da Música está instalado provisoriamente, desde 1994, na estação do metropolitano do Alto dos Moinhos. No ano passado, era editada a Enciclopédia da Música Portuguesa, em quatro volumes, sob a direcção de Salwa Castelo-Branco, como assinalei aqui, depois de década e meia de investigação com 150 especialistas. Agora, os investigadores procuram o espólio disperso por coleccionadores privados e instituições públicas, como o arquivo histórico da RDP e o Museu Nacional do Teatro. Se, no final da década de 1920, havia gravações de valsas, boleros, polkas e rapsódias, na década de 1960 havia a música pop e massificava-se a edição e aumentava o consumo de discos. Música popular e pop, fado em guitarra e ao piano, música de teatro de revista e outras séries - se elas não são recuperadas desaparecem rapidamente. A notícia refere ainda a colecção de discos de fado que pertencia ao britânico Bruce Bastin e os discos de estreia dos Osso Exótico e dos Ocaso Épico, bandas de culto das décadas de 1980 e 1990.
BAREME PODE SEPARAR AUDIÊNCIAS DE JORNAIS E DE REVISTAS
A newsletter da Meios e Publicidade informa que está, "em fase de orçamentação na Marktest, de dividir o estudo entre jornais e revistas".
quarta-feira, 25 de maio de 2011
LANÇAMENTO DO LIVRO DE JOSÉ MIGUEL SARDICA
Hoje, ao final da tarde foi lançado o livro de José Miguel Sardica, O século XX português, na livraria Leya na Barata. A apresentação esteve a cargo da professora Maria Fátima Bonifácio (retirei um excerto da sua apresentação, que se pode ver no segundo vídeo).
ARTES PERFORMATIVAS AFRICANAS E DA AMÉRICA LATINA EM PORTUGAL
No número mais recente da revista Próximo Futuro (Gulbenkian), Tiago Bartolomeu Costa escreve sobre "A presença das artes performativas latino americanas e africanas em Portugal desde 1974". Ele propõe uma divisão em três períodos, o primeiro dos quais decorreu de 1974 a 1991.
Ler mais aqui.
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terça-feira, 24 de maio de 2011
O ÁLBUM DE FAMÍLIA
A peça, de Rui Herbon e em cena no Teatro Aberto (Lisboa) é sobre alguém que empreende uma viagem à procura de si. Indica ainda poder ter ocorrido antes ou depois de 1974. Para mim, a peça aponta para um tempo anterior ao corte de regime. A partida é afinal uma falsa partida: as personagens nunca saem do sítio, não têm vontade suficiente de sair. A mãe porque a sua mãe morreu naquela casa, o pai porque não tem bilhete para embarcar no comboio e noutro comboio, o rapaz porque parece dividido entre sinais de ter prestado serviço militar no tempo da guerra colonial e incapacidade pessoal e mental de enfrentar o mundo, a rapariga porque não quer sair, a avó porque já morreu mas reaparece no álbum de família. Os olhares das personagens são vagos, como se houvesse nevoeiro, vontade de romper com o passado e sua ausência (ver texto completo aqui).
segunda-feira, 23 de maio de 2011
LIVRO DE NUNO CINTRA TORRES
Nuno Cintra Torres vai lançar em breve o livro Televisão, o nosso medium preferido.
ARAB SPRING AND COMMUNICATION
Over the past several months events in the Middle East and elsewhere in the developing world have placed an international spotlight on the role of social media in facilitating and resisting social change. Communication researchers should be at the center of efforts to understand these events. A special issue of the Journal of Communication will be devoted to this exciting and important topic. Prof. Philip Howard, whose recent book, The Digital Origins of Dictatorship and Democracy: Information Technology and Political Islam, makes an important contribution to our understanding of the “Arab Spring”, has agreed to serve as Guest Co-editor of a special issue planned for early 2012. Deadline for submission is August 15, 2011. Please, contact Prof. Philip Howard (pnhoward@uw.edu) or Malcolm (Mac) Parks (macp@uw.edu) if you have further questions.
sábado, 21 de maio de 2011
sexta-feira, 20 de maio de 2011
BAILE EM COIMBRA E MARIONETAS EM MONTEMOR-O-NOVO
Baile da Rosa, 27 de Maio às 22:00, em Coimbra, e Encontro de Marionetas em Montemor-o-Novo, de 2 a 12 de Junho.
O LIVRO ELECTRÓNICO
Pela primeira vez, a venda de livros electrónicos da Amazon ultrapassou a venda de livros em papel. Por cada 100 edições impressas, o site vendeu 105 electrónicas (do jornal Público). Em Novembro de 2007, a Amazon havia lançado o primeiro modelo do Kindle. A mudança de paradigma (do papel para o digital) está a ser mais rápida que julgávamos.
Por outro lado, uma colega minha, de regresso de Nova Iorque, disse-me que a livraria que costuma visitar para comprar livros tinha prateleiras vazias. Ao comentar que tinha visto sobre um livro uma referência no sítio da internet, disseram-lhe que esse era outro serviço da empresa.
Por outro lado, uma colega minha, de regresso de Nova Iorque, disse-me que a livraria que costuma visitar para comprar livros tinha prateleiras vazias. Ao comentar que tinha visto sobre um livro uma referência no sítio da internet, disseram-lhe que esse era outro serviço da empresa.
quinta-feira, 19 de maio de 2011
PUBLICIDADE EM TEMPOS DE CRISE FINANCEIRA
"Contra o FMI, defendemos em bloco" é a continuação da imagem de Paulo Futre na publicidade do Licor Beirão, conforme anuncia o Diário Económico (hoje). Depois de uma conferência de imprensa considerada desastrosa em candidatura às eleições do Sporting, a prometer um jogador chinês que traria muitos compatriotas dele a Portugal, o antigo jogador participou em campanha bem humorada e volta a encher os mupis, em tom de campanha eleitoral. FMI e troika, devido ao pedido de resgate financeiro feito por Portugal, entraram no vocabulário comum e os publicitários estão a aproveitar a corrente. Por seu lado, o ACP (Automóvel Clube de Portugal) pegou na sigla FMI e lançou a sua mais recente campanha com o mote "Querida, tenho boas e más notícias! As más são que o FMI nos vai obrigar a poupar... as boas são que me fiz sócio do ACP", spot que passa na rádio até ao final de Maio. Já a Dialogue, que trabalha na área digital, tem uma mensagem com o título "Prós-troika". Parece que os portugueses admiram muito o humor negro, segundo o responsável da agência que ajudou a criar o vídeo "O que a Finlândia deve saber sobre Portugal", quando aquele país ameaçava não contribuir para o empréstimo, e que já terá sido visto no YouTube por mais de um milhão de visitantes.
CINEMAS DA ZON
O Diário Económico de hoje indica que a venda de bilhetes nos cinemas da Zon Lusomundo desceu 18,4% no primeiro trimestre deste ano, para 2,016 mil milhões, quando comparado com o período homólogo de 2010. O número de espectadores decresceu 21,3%. A razão, apontam os dados, prende-se com o enorme sucesso, no ano passado, de Avatar. Entretanto, a Zon passou a explorar as setes salas do outlet Freeport desde Janeiro último e aposta na tecnologia 3D, que existe em 83 salas das 217 que a Zon explora (ao contrário das salas de Paulo Branco, com o recente encerramento das salas de Saldanha Residence, onde vi tantos filmes). A notícia dá conta ainda do crescimento das actividades do negócio do audiovisual, passando para 171 milhões de euros (mais 9,8%), através da consolidação da Dreamia (produtora de canais temáticos para televisão), ultrapassando mesmo as receitas de cinema.
IMPACTO FINANCEIRO DO FUTEBOL
O Diário Económico de ontem estimava que a final da Liga Europa teria um impacto económico de 71,4 milhões de euros, a partir de um estudo do IPAM (Instituto Português de Marketing e Publicidade). Cerca de metade (36,5 milhões de euros) cabia ao mercado nacional, enquanto 14,15 milhões em termos europeus, 9,8 milhões para Dublin, cidade onde ontem se disputou o jogo, seis milhões para o vencedor (Porto) e cinco milhões para o vencido (Braga). Para o montante total, terão contribuído 50 mil espectadores, 40 mil dormidas, 200 mil refeições, 50 mil deslocações internas, 30 mil visitantes e o pagamento a 400 polícias e 700 stewards. Direitos televisivos, patrocinadores e merchandising contribuem também para o montante. A mesma notícia compara este impacto económico com alguns outros eventos desportivos: a final da Liga dos Campeões em 2009 (Manchester United contra Barcelona) atingiu 310 milhões de euros e a final da mesma liga em 2010 (Inter contra Bayern de Munique) alcançou 351 milhões de euros.
quarta-feira, 18 de maio de 2011
HOMENAGEM A RABINDRANATH TAGORE NA CINEMATECA
Uma pequena homenagem a Rabindranath Tagore, o grande poeta de origem bengali que conquistou o Nobel da literatura em 1913, no momento em que se comemoram os 150 anos do seu nascimento. Os seis magníficos filmes que escolhemos para este programa pertencem a Satyajit Ray, para quem a obra literária de Tagore foi determinante na construção da sua visão do mundo e do cinema (da programação da Cinemateca). 19 a 25 de Maio.
LIVRO DE PEDRO MAGALHÃES SOBRE SONDAGENS
Sondagens, eleições e opinião pública, de Pedro Magalhães, foi lançado no final da tarde no Instituto de Ciências Sociais. Ler mais em http://industrias-culturais.hypotheses.org/.
terça-feira, 17 de maio de 2011
LIVRO DE JOSÉ MIGUEL SARDICA
O Século XX Português, de José Miguel Sardica, será apresentado pela historiadora Maria de Fátima Bonifácio no dia 25 de Maio, pelas 18:30, na livraria LeYa na Barata, à av. de Roma, 11 A, em Lisboa.
segunda-feira, 16 de maio de 2011
TELEVISÃO E INVESTIMENTOS EM PUBLICIDADE
Os jornais de hoje referem-se ao impacto que as eleições de 5 de Junho próximo podem ter no operador público de televisão (e rádio), pois o PSD, um dos partidos que ambicionam ganhar as eleições, propõe a privatização da RTP (Diário Económico). A segunda notícia (Jornal de Negócios) indica uma quebra de receitas de publicidade em 3% no primeiro trimestre deste ano.
Na notícia do Económico, os agentes do sector da publicidade estão na expectativa. Se o PSD propõe a privatização, um novo canal não suporta mais investimento publicitário, dizem. O PS, habitual defensor do serviço público de televisão, propõe mais publicidade no canal público, de modo a poder baixar o contributo do Estado, mas isso terá um efeito desastroso nos canais privados. A RTP, em 2010, recebeu do Estado uma indemnização compensatória de 121,1 milhões de contos e a contribuição do audiovisual chegou aos 109,6 milhões de euros, a que falta somar o investimento da publicidade. Os canais de sinal aberto valem, em termos de publicidade anual, cerca de 300 milhões de euros, metade do investimento publicitário do mercado nacional. Em coluna própria, Nuno Cintra Torres assume a privatização da RTP: para ele, o Estado manteria a propriedade das frequências, concessionando um canal para serviço público e outro para televisão privada, aproximando-se, pois, do modelo preconizado pelo PSD. Lembro que este modelo foi pensado já durante o governo de Durão Barroso, quando surgiu a proposta de canal da sociedade civil. Hoje, há outras variáveis a acrescentar: o mau estado financeiro do país e a maior concorrência dos canais de cabo.
No texto do Negócios, a perda de investimentos atingiu três grupos: Cofina (12046 milhões de euros para 11454 milhões), Impresa (31226 milhões de euros para 30888 milhões), Media Capital (32512 milhões de euros para 31120 milhões). A SIC e os seus canais temáticos (Impresa) escapam à tendência. Não há informação sobre o grupo Controlinveste, mas as mexidas na direcção do Jornal de Notícias e a formação de uma equipa de economia fornecedora de informação específica para o grupo indicam iguais preocupações. Imprensa, outdoors e televisão generalista são os sectores de maior quebra. O ponto de vista desta notícia coincide com a anterior. Eleições, entrada do FMI e aplicação de um programa de austeridade geram incertezas. Uma responsável do sector ouvida pelo jornal considera que há marcas que não abrandam os investimentos de publicidade em períodos de crise e podem, por isso, ganhar força e diferenciação face à concorrência.
Na notícia do Económico, os agentes do sector da publicidade estão na expectativa. Se o PSD propõe a privatização, um novo canal não suporta mais investimento publicitário, dizem. O PS, habitual defensor do serviço público de televisão, propõe mais publicidade no canal público, de modo a poder baixar o contributo do Estado, mas isso terá um efeito desastroso nos canais privados. A RTP, em 2010, recebeu do Estado uma indemnização compensatória de 121,1 milhões de contos e a contribuição do audiovisual chegou aos 109,6 milhões de euros, a que falta somar o investimento da publicidade. Os canais de sinal aberto valem, em termos de publicidade anual, cerca de 300 milhões de euros, metade do investimento publicitário do mercado nacional. Em coluna própria, Nuno Cintra Torres assume a privatização da RTP: para ele, o Estado manteria a propriedade das frequências, concessionando um canal para serviço público e outro para televisão privada, aproximando-se, pois, do modelo preconizado pelo PSD. Lembro que este modelo foi pensado já durante o governo de Durão Barroso, quando surgiu a proposta de canal da sociedade civil. Hoje, há outras variáveis a acrescentar: o mau estado financeiro do país e a maior concorrência dos canais de cabo.
No texto do Negócios, a perda de investimentos atingiu três grupos: Cofina (12046 milhões de euros para 11454 milhões), Impresa (31226 milhões de euros para 30888 milhões), Media Capital (32512 milhões de euros para 31120 milhões). A SIC e os seus canais temáticos (Impresa) escapam à tendência. Não há informação sobre o grupo Controlinveste, mas as mexidas na direcção do Jornal de Notícias e a formação de uma equipa de economia fornecedora de informação específica para o grupo indicam iguais preocupações. Imprensa, outdoors e televisão generalista são os sectores de maior quebra. O ponto de vista desta notícia coincide com a anterior. Eleições, entrada do FMI e aplicação de um programa de austeridade geram incertezas. Uma responsável do sector ouvida pelo jornal considera que há marcas que não abrandam os investimentos de publicidade em períodos de crise e podem, por isso, ganhar força e diferenciação face à concorrência.
HISTÓRIA DE PORTUGAL
Em 2008, como aqui escrevi, José Miguel Sardica publicara Twentieth century Portugal, conjunto de aulas que ele leccionara na Universidade Católica a alunos oriundos de universidades norte-americanas. Agora surge a tradução e uma adaptação. O autor refez a introdução e a conclusão, actualizou dados, reelaborou notas, alargou os anexos e introduziu mais bibliografia.
Na falta de material novo, que o blogueiro não conseguiu por falta de tempo, reproduzo aqui o vídeo que fiz com José Miguel Sardica em 2008 e remeto para a leitura que fiz da edição em inglês aqui.
sábado, 14 de maio de 2011
LIVRO SOBRE A ASSOCIAÇÃO DE RÁDIOS DE INSPIRAÇÃO CRISTÃ
O autor indica ter usado documentação própria (das instituições), memória pessoal, fontes (textos publicados). Foi colaborador da Rádio Renascença do Porto entre 1975 e 1977, com um programa semanal de temática sócio-religiosa, e participou na área de informação, com reportagens e cobertura de eleições para a Constituinte (1976). Convidado a reorganizar os serviços da delegação do Porto da Renacença, assumiria funções de delegado da gerência. Mais tarde, iniciou o arranque de estúdios regionais com programação autónoma em diversas horas do dia. Em 1991, participava na criação da ARIC. Magalhães Crespo, gerente executivo da Renascença, delegou em Joaquim Sousa Queirós enquanto seu adjunto no acompanhamento da ARIC. O nosso autor tornar-se-ia secretário de direcção em Março de 1996, vice-presidente em Março de 2004 e presidente em 2006 até 2009. Logo, pelo seu percurso, vemos que conhece bem a realidade que retrata no livro, a apresentar no dia 1 de Junho pelas 18:30 na Universidade Católica.
sexta-feira, 13 de maio de 2011
LES INDUSTRIES CRÉATIVES
Les industries créatives, encore, toujours et partout. Actualités et enjeux des transformations dans les industries créatives. Pourquoi le thème des industries et de l’économie créatives sont-ils aussi présents sous des latitudes aussi diverses que les anciens pays industriels et les pays émergents ? Quels sont les enjeux soulevés par ces mouvements ? Faut-il prendre au sérieux ces notions et qu’apportent-elles de nouveau par rapport à des notions plus établies, celle d’industries culturelles en particulier, et par rapport également aux thématiques de la société de l’information ou de la connaissance ? Qu’est-ce qui relie les industries créatives au territoire ? De nouveaux « acteurs » et de nouvelles institutions émergent-ils ? Telles sont les questions centrales soumises à plusieurs chercheurs, étrangers et français, invités par l’équipe de l’ANR « Des théories des industries culturelles et éducatives aux théories des industries créatives ».
Le mardi 7 juin 2011, de 9h00 à 18h00, à la Salle de conférence de la MSH Paris Nord. Bureau 45. 4 rue de la Croix Faron, St Denis la Plaine. Voir ici.
Le mardi 7 juin 2011, de 9h00 à 18h00, à la Salle de conférence de la MSH Paris Nord. Bureau 45. 4 rue de la Croix Faron, St Denis la Plaine. Voir ici.
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