O meu olhar ficou particularmente fascinado pelos dois óleos sobre madeira de Jorge Barradas (Lavadeiras, 1938, e Camponesa, 1937), pelo brilho das imagens e pela coloração de ambas. Mas, ao fundo da sala, para quem entra, resplandesce a obra mais antiga da mostra, a de Lino António (1923, sem título). Duas figuras de mulheres esguias, a uma mesa de café; que conversariam elas? Vale a pena ir ao Diário de Notícias e trazer o catálogo (€5).
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