



• Do concerto ao vivo ao programa radiofónico de concerto, com intervalo (aliás, ainda observável na rádio de hoje - Antena 2).
• Preponderância inicial da técnica sobre a programação e a estética.
• Sucessão de categorias amadoras: telegrafia sem fios, telefonia, radiodifusão. Do lado da audição, a distinção entre senfilista e radiófilo.
• Características das rádios pioneiras: invenção de géneros e benchmarking nas outras emissoras.

• O avanço individual da radiofonia para a radiodifusão e o recuo para aquela, devido a questões organizativas e financeiras (que eu comparo com o actual fenómeno dos blogues).
• Associações.
• As rádios minhocas e as maiores: ligações empresariais e políticas. O papel de CT1AA (antes da Emissora Nacional, primeiro em ondas médias, depois em ondas curtas).
• A Política do Espírito de António Ferro e o ideal fascista de Homem Cristo – controlo da “parte falada” – na Emissora Nacional.
• Os programas infantis, sua repercussão e génese a partir de revistas. O comum e o distinto entre imprensa e rádio na passagem da ideia de um meio para o outro.


2 comentários:
Gostei da nova cara gráfica do blog!!!
esta notícia sobre a memória da rádio é bem interessante
abrços
Constança Lucas
Rogério
Parabéns pela nova apresentação do blog. Está excelente!
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