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Escreve o articulista: "A meio caminho entre a sonoridade luso-portuguesa de um Rui Veloso ou as influências do congolês Lokua Kanza, que produziu o seu segundo disco Mi Ma bo, a voz sinuosa e agradável de Sara Tavares, nascida em Lisboa de pais caboverdianos, abre[-se] caminho entre guitarras acústicas e percussões suaves de límpido sabor africano".
Logo de seguida, o jornalista aponta para uma superação dos tempos de veleidades como o gospel e as canções que levaram Sara Tavares ao festival da Eurovisão com um estilo Whitney Houston e a colocaram numa forma mais pessoal de expressão. Nota, porém, ainda alguma ganga étnica, o que talvez implique a sua classificação de duas estrelas quanto ao espectáculo da cantora.
De todo o modo, é importanta a sua divulgação em jornais fora do país, e ainda por cima ao lado de uma notícias sobre os Depeche Mode que, em Espanha como cá, esgotaram os concertos muito antes da sua realização, o que levou - como cá também - a concertos suplementares da banda inglesa.
Observação: não se compreende o luso-português, pois nós costumamos referir-nos ora como lusos ora como portugueses. E o jornalista grafou mal o nome de Rui Veloso, escrevendo um estranho Ruy.
1 comentário:
A Sara Tavares tem uma voz linda e canta lindamente
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