Trata-se de um documento do Instituto para a Qualidade na Formação, com data de Junho último, e com coordenação técnica de Pedro Correia dos Santos e Sandra Lameira, seguindo a esteira de outros estudos sectoriais.
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Dentro do sector das indústrias de conteúdos, encontram-se a imprensa, rádio, multimedia convencional (televisão, cinema e audiovisual) e multimedia interactivo (pp. 12-13). Mas, mais à frente, a indústria do livro também é analisada. A partir da caracterização das estratégias empresariais, o documento mostra a evolução dos empregos, das qualificações e das competências, bem como faz o diagnóstico das necessidades de formação e pistas para a reorientação da formação profissional. No caso da formação, o estudo dedica particular atenção à formação inicial (universitário, profissional e tecnológico) e contínua.
A radiografia do sector em termos de formação deve ser bem lida, coisa que não tive tempo de fazer. Mas retiro as seguintes ideias: grande peso dos cursos de ciências da comunicação, crescimento previsto nas áreas de linguística, línguas, tradução e interpretação, audiovisual, multimedia e interactividade e design, design de comunicação e comunicação gráfica (p. 128).
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