Interrupção

O blogue tem sido muito pouco atualizado. O trabalho de investigação e outros motivos obrigam a uma concentração de esforços num só sentido. Obrigado pela preferência manifestada desde 2003.

9.7.15

Maria Ondina Braga

No texto publicado no Diário Popular (24 de dezembro de 1970), ela assinou apenas Maria Ondina. Mas reconhece-se a sua escrita. Tema: andar de carro elétrico  e comparar as realidades sociais de Braga, a sua cidade, e Lisboa. Vale a pena ler esta pequena história.



Retiro informação dela a partir da Wikipédia: "Maria Ondina abandonou sua cidade natal nos anos de 1950 para estudar línguas em Paris e Londres, onde se licenciou em literatura Inglesa pela Royal Asiatic Society of Arts. Prosseguiu os seus estudos em França e na Inglaterra, trabalhando como enfermeira. Regressou a Portugal em 1964, depois de ter sido professora, sucessivamente, em Angola, Goa e Macau. Desenvolveu também a atividade de tradutora, traduzindo obras de Erskine Caldwell, Graham Greene, Bertrand Russel, Herbert Marcuse e Tzvetan Todorov. Colaborou em várias publicações periódicas como Diário de Notícias, Diário Popular, A Capital, Panorama, Colóquio/Letras e Mulher. Incluindo na sua bibliografia a poesia e as crónicas de viagem, Maria Ondina Braga afirmou-se como ficcionista, sendo considerada um dos grandes nomes femininos da narrativa portuguesa contemporânea. Depois de ter vivido em Lisboa por muitos anos, voltou a Braga, onde morreu em 14 de Março de 2003".

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