Podem ler-se mais informações no blogue uma cigarra na paisagem acerca deste musical do Alentejo. E ver um vídeo de Ana Alves, uma das actrizes, enquanto prepara uma salada, zela pelas batatas e mexe a sopa de tomate.
Textos de Rogério Santos, com reflexões e atualidade sobre indústrias culturais (imprensa, rádio, televisão, internet, cinema, videojogos, música, livros, centros comerciais) e criativas (museus, exposições, teatro, espetáculos). Na blogosfera desde 2002.

Luís Oliveira Martins, professor do departamento de Ciências da Comunicação na Universidade Nova de Lisboa, onde lecciona cadeiras da área de economia, escreveu um trabalho sobre os mercados televisivos europeus, em especial Espanha, França e Reino Unido, comparando com a evolução do mercado nacional. Trata-se de um estudo muito actualizado sobre televisão e que interessa a estudiosos do sector.
Gonçalo Pereira, director da edição portuguesa da National Geographic, analisa a organização ambiental Quercus na sua relação com os media. Para ele, a Quercus consolidou-se, ao longo dos anos da sua actividade, como fonte (não oficial) nas notícias sobre o ambiente. O trabalho de Gonçalo Pereira aborda ainda os momentos de crise da organização não governamental, aquando da saída de membros dirigentes para ocupar lugares oferecidos pelo poder político, e o modo como soube reconquistar a confiança dos jornalistas.



Nuno Brandão identifica igualmente um pendor de notícias de âmbito negativo, incluindo as de política nacional. Para ele, "o discurso do poder é visto mais pelo lado negativo do que pelo lado positivo das suas verdadeiras causas" (p. 176), situação que considera preocupante, em especial devido ao serviço público que os canais deviam seguir de acordo com a orientação expressa nas licenças atribuídas.
Tese de doutoramento em História, o livro agora publicado interpreta o tempo de Marcello Caetano enquanto primeiro-ministro (1968-1974) e as suas relações com a imprensa, através de um estudo minucioso do seu percurso político, legislação sobre os media e o uso pioneiro que ele enquanto político fez da televisão.















O artigo de abertura, da própria Isabel Ferin, faz o cruzamento de "trajectórias de vida, imaginários, consumos e usos dos media das imigrantes brasileiras" (do editorial). Para além deste texto, destaco o de Catarina Valdigem, jovem investigadora (bolseira do CIMJ e a preparar curso de doutoramento), no qual se abordam os "processos de construção das identidades etno-culturais de mulheres imigrantes brasileiras" (do editorial).


















