A Japan Graphic Designers Association (JAGDA), criada em 1978 e com três mil membros, organiza uma exposição anual de design gráfico, agora patente.
Textos de Rogério Santos, com reflexões e atualidade sobre indústrias culturais (imprensa, rádio, televisão, internet, cinema, videojogos, música, livros, centros comerciais) e criativas (museus, exposições, teatro, espetáculos). Na blogosfera desde 2002.
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segunda-feira, 20 de junho de 2016
sexta-feira, 24 de julho de 2009
MUSEU DO DESIGN (LONDRES)






Super Contemporary é uma das exposições temporárias actualmente patente no Museu do Design em Londres, numa parceria do museu com a Beefeater 24, onde se patenteia o design visionário dos criadores londrinos ao longo das últimas quatro décadas. A outra exposição mostra a criação do catalão Javier Mariscal.
domingo, 7 de junho de 2009
MUDE

O MUDE (Museu do Design e da Moda, à Rua Augusta, Lisboa) abriu muito recentemente as suas portas, albergando a colecção Fernando Capelo (anteriormente no CCB). Dos objectivos do museu, "Constituir um pólo museológico que dê a conhecer a todo o público, nacional e estrangeiro, a evolução do design do século XX até à actualidade" [imagem do interior do museu retirada do sítio do MUDE]. Dos públicos, "O museu dirige-se a todo o público através de uma programação variada e de espaços de encontro e lazer".No CCB, havia uma grande parte da colecção exposta. Apesar de bem apresentada, ela perdia-se no espaço do Centro. Agora, o que se vê é uma parcela mais pequena da colecção mas de um modo mais agradável. Podemos dizer que há mais espaço. O próprio interior do edifício, um antigo banco, conservou alguns dos elementos antigos, adaptando a forma a uma nova função. Por exemplo, o balcão do banco funciona como marcador de itinerários. Ontem, quando visitei o museu, fiquei agradavelmente surpreendido com o número de visitantes. Claro que abriu agora e a entrada é gratuita até 1 de Julho, mas a localização do museu e a importância da colecção principal que alberga são dois elementos que auguram um grande sucesso.
Esta semana, inaugurou a exposição temporária intitulada em português Ombro a Ombro, com cerca de 250 cartazes políticos, com a maior parte desses cartazes oriundo de uma colecção de Zurique, onde esteve patente até Fevereiro passado. É interessante, até porque contradiz uma ideia que expressei aqui no dia 31 de Maio, pois muitos dos cartazes mostrados possibilitam leituras ricas em termos de semiótica e de sociologia, nomeadamente.Cito, para além dos inevitáveis retratos e cartazes de Mao, Lenine, Guevara, Schwarzenegger e Obama, os de Mitterrand, Nixon, Soares e da líder da Ucrânia Yulia Tymoshenko (imagem retirada do sítio Hyperbolic Chamber). Ou as fotografias de Francesco Vezzoli (imagens retiradas do sítio New York).

sábado, 20 de dezembro de 2008
MUSEU DO DESIGN E DA MODA ATRASADO DOIS ANOS
Por 21,7 milhões de euros foi esta semana decidido adquirir a antiga sede do Banco Nacional Ultramarino, à rua Augusta, 24, em Lisboa, para albergar o Museu do Design e da Moda (Mude), segundo noticiou ontem o jornal Público.
A colecção Francisco Capelo, com duas mil peças de design de equipamento, mobiliário e alta costura, que saiu do Centro Cultural de Belém em 2006 e que tinha cerca de 40 mil visitantes anuais, é o núcleo central do novo museu. A previsão da abertura do Mude é para 2010.
A localização do museu tem tido uma história atribulada, nomeadamente no Palácio de Santa Catarina, entretanto abandonado. A nova localização surge integrada no pacote de projectos para a Baixa-Chiado. A directora é Bárbara Coutinho.
A colecção Francisco Capelo, com duas mil peças de design de equipamento, mobiliário e alta costura, que saiu do Centro Cultural de Belém em 2006 e que tinha cerca de 40 mil visitantes anuais, é o núcleo central do novo museu. A previsão da abertura do Mude é para 2010.
A localização do museu tem tido uma história atribulada, nomeadamente no Palácio de Santa Catarina, entretanto abandonado. A nova localização surge integrada no pacote de projectos para a Baixa-Chiado. A directora é Bárbara Coutinho.
sábado, 24 de novembro de 2007
HISTÓRIA DE ARTE E DESIGN

A UNIDCOM/IADE, Unidade de Investigação em Design e Comunicação do Instituto de Artes Visuais Design e Marketing, em colaboração com a Escola Superior de Design (ESD), está a organizar um Colóquio de História da Arte e do Design dedicado ao tema Os Interiores em Portugal.
Iniciativa levada a cabo com o apoio da Direcção do IADE, ela é coordenada cientificamente por António Nunes Pereira e Sandra Costa Saldanha e terá lugar na Sede Cultural do IADE, Palácio Pombal (Rua do Alecrim, Lisboa), em 12 e 13 de Fevereiro de 2008.
O colóquio privilegiará quatro áreas de abordagem essenciais: 1. Leituras e Percursos Funcionais. Organização e vivência dos interiores domésticos; 2. Decoração e Artes Decorativas. A metamorfose dos espaços; 3. Público e Privado. Os programas decorativos oitocentistas; 4. Do Fin de Siècle ao Pós-Modernismo.
Mais pormenores no sítio de Os interiores em Portugal.
quarta-feira, 11 de abril de 2007
NOVO DESIGN DO DIÁRIO DE NOTÍCIAS
Agora vai caber a vez à revista "6ª". Nas páginas centrais do jornal de hoje é publicitado o novo design para a próxima sexta-feira, dia 13 (os responsáveis do jornal não são agoirentos, pois arriscam arrancar com o novo design num dia assim). E da "6ª" nada! Em sua substituição, parece haver o caderno "DN Televisão" - com 100 páginas. Não é exagero? E o texto vai aparecer mais frequentemente substituido pelas infografias, pois estas são "uma das formas rápidas de contar uma história".
Certamente que as mudanças não significam o fim do mundo. Os responsáveis do jornal esperam que os leitores gostem e comprem. Mas há sempre a sensação de fim de ciclo e de interrogações do que vem depois. Pelo menos uma coisa não foi mexida, o logótipo, coisa que o Público fez, descaracterização apenas dezassete anos após o arranque do jornal.
sexta-feira, 16 de fevereiro de 2007
O MUNDO DAS MARCAS
Paulo Lencastre coordenou o livro agora editado pela D. Quixote, O livro da marca [capa de muito difícil percepção, dada a cor branca, embora com relevo no original].

Fico-me pelos temas constantes nos títulos dos capítulos: marca (sinal, missão, imagem), direito da marca, semiótica da marca, identidade da marca, valor e fontes de valor da marca, gestão relacional da marca, marca aplicada ao design do mobiliário e decoração.
Embora seja um texto ainda a ler por mim, destaco, pelo interesse especial nas matérias (folheando o livro), os capítulos de identidade da marca (com Wally Olins como um dos inspiradores) e de design de imobiliário.
Entretanto, segundo o blogue Jornalismo e Comunicação, foi publicado um livro intitulado Marcas e Identidades, da autoria de Teresa Ruão, uma parceria da Campo das Letras com o Centro de Estudos de Comunicação e Sociedade da Universidade do Minho, o que ilustra o interesse renovado neste campo de investigação.

Fico-me pelos temas constantes nos títulos dos capítulos: marca (sinal, missão, imagem), direito da marca, semiótica da marca, identidade da marca, valor e fontes de valor da marca, gestão relacional da marca, marca aplicada ao design do mobiliário e decoração.
Embora seja um texto ainda a ler por mim, destaco, pelo interesse especial nas matérias (folheando o livro), os capítulos de identidade da marca (com Wally Olins como um dos inspiradores) e de design de imobiliário.
Entretanto, segundo o blogue Jornalismo e Comunicação, foi publicado um livro intitulado Marcas e Identidades, da autoria de Teresa Ruão, uma parceria da Campo das Letras com o Centro de Estudos de Comunicação e Sociedade da Universidade do Minho, o que ilustra o interesse renovado neste campo de investigação.
domingo, 11 de fevereiro de 2007
AINDA SOBRE O NOVO DESIGN DO JORNAL PÚBLICO
Na revista "Pública" (Público de hoje), António Granado entrevista Mark Porter, o designer responsável pela nova aparência do jornal a partir de amanhã.

Diz Porter sobre o actual Público: "A primeira premissa é que é um jornal sério e inteligente. O design actual mostra o jornal como sério e inteligente, mas também o mostra cinzento e chato".
Mark Porter não acredita muito no futuro dos jornais em papel, dado que estes "não estão a oferecer o que as pessoas querem ler". O modo de ultrapassar o declínio é as empresas editoras de jornais verem para além deste negócio, associando-se a outros media como a internet. Acrescenta:
- "O papel é muito bom para textos longos, que são muito difíceis de ler na internet, para análise, para «background», para comentário, para dar perspectivas diferentes do que se passa no mundo. A internet é muito boa para notícias rápidas, para actualizações, para notícias, uma vez que é uma experiência 24/7. Os dois suportes são complementares e temos de explorar essa complementaridade, não pô-los a competir um com o outro. A fotografia é outro recurso que funciona melhor no papel".
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