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sexta-feira, 12 de maio de 2017

Desenhos

Os desenhos estão longe de ter boa qualidade e nem sempre a mensagem é clara, mas envolve a atividade da telefonista. Todos foram editados no Jornal de Notícias (Porto) (14 de janeiro e 27 de abril de 1950 e 31 de janeiro de 1951).




terça-feira, 21 de fevereiro de 2017

Iñigo

Iñigo, nome artístico de Ignacio Hernández Suñer (1924-2015), foi ilustrador espanhol de novelas clássicas editadas por Archivos de Arte: D. Quixote de la Mancha, Simbad o Marinheiro, Vinte Mil Léguas Submarinas ou Viagem ao Centro da Terra. As ilustrações de D. Quixote também foram usadas num álbum de cromos promocional dos Chocolates Lloveras. Em 1958, entrou na editora catalã Bruguera, onde desenhou Selecciones de Humor de El DDT ou Blanca e em revistas como Sissi e Can Can. No começo da década seguinte, ele trabalhou para as Creaciones Editoriales a série Lola (ou Lolita), a partir de 1962, inicialmente publicada no diário Pueblo (1963), transferida depois para o jornal ABC, sem legendas e sensual ou até erótica, com distribuição em muitos países, incluindo Portugal, publicada seis vezes por semana no Jornal de Notícias, no começo da década de 1970.

Lola era uma rapariga atraente, que vestia minissaia ou hot pants, e cada série de quatro quadrinhos tratava da sua relação com os homens. Em algumas tiras, ela era casada ou mãe de criança, outras vezes tinha namorado ou, mais regularmente, era solteira.  Cada tira era um episódio completo, daí ela ter várias profissões, de polícia-sinaleiro a psicóloga e a empregada de consultório médico, ou atividades, como caçadora, aparecia perdida numa ilha ou estava na praia. Muitas vezes, era alvo de galanteio mas lutava contra o preconceito do macho, como se emergisse nela uma feminista.

A editora Bruguera foi representada durante muito tempo pela Agência Portuguesa de Revistas (APR). Após uma cisão nesta, as histórias da Bruguera passaram para uma nova editora, mas regressariam à APR pouco depois. Não conheço a história da distribuição portuguesa das Creaciones Editoriales, mas o certo é que Iñigo foi publicado no nosso país. Também não sei se outras histórias dele foram aqui publicadas. Iñigo dava cor às personagens mas o sistema do Jornal de Notícias não permitia ainda quadricomia (a história abaixo foi publicada em setembro de 1971).

Para saber mais de Iñigo, ver aqui.


quinta-feira, 2 de fevereiro de 2017

Cem anos de cadernetas de cromos

Foi inaugurada ontem na Biblioteca Nacional a exposição Cadernetas de Cromos - 100 Anos do Cromo Colecionável em Portugal, comissariada por João Manuel Mimoso, um dos maiores colecionadores de cromos no país.

Retiro o texto inicial da folha de exposição: "Durante as primeiras décadas do século XIX só eram conhecidos processos de impressão de imagens a uma cor (geralmente negro) e as ilustrações coloridas que se encontram em livros dessa época eram aguareladas individualmente por pintores especializados. Mas em 1837 Engelmann registou um processo planigráfico que permitia a impressão a cores, a que chamou cromolitografia. Alguns anos mais tarde começaram a vulgarizar-se pequenas estampas produzidas por este processo a que se chamava cromos. A sua atratividade era tal que em breve os industriais e comerciantes começaram a associar cromolitografias aos seus produtos, quer como decoração da embalagem, quer como oferta aos compradores".

A exposição, pela primeira vez no contexto cultural de uma grande biblioteca, é constituída por três núcleos principais: 1) introdução, em que o visitante segue as primeiras cinco décadas do período, 2) cromos oferecidos na compra de guloseimas, em quatro décadas e 3) cromos enquanto produtos vendáveis, apresentando exemplos daa origem até 1974.

Ontem, a preceder a inauguração da exposição, houve um colóquio com Carlos Gonçalves (Clube Português de Banda Desenhada) e João Manuel Mimoso, sobre a origem e a evolução das coleções de cromos dos rebuçados e caramelos em Portugal e de alguns dos seus fabricantes, desde a década de 1920 até à de 1960. Infelizmente, não assisti. Está marcado outro colóquio a 2 de março pelas 17:45, dedicado a Carlos Alberto Santos (1933-2016).




segunda-feira, 26 de dezembro de 2016

A Festa, uma banda desenhada

Julgo ter sido em 1988 que Henrique Leorne fez as vinhetas da banda desenhada A Festa, a partir de um texto meu. Descobri nos meus papéis esta colaboração - na altura, trabalhávamos na indústria das telecomunicações - e resolvi reproduzi-las aqui, numa homenagem ao autor dos desenhos. A Festa era um concurso do melhor mascarado no Carnaval - e que até envolve a televisão.

Realce: a importância do telefone na comunicação humana. O objetivo era fazer uma impressão tipo livro de banda desenhada. Mas nunca foi publicado nem sequer mostrado a alguém. Creio que nem o autor dos desenhos ficou com uma cópia.

A realização da festa é comunicada a muita gente de profissões diferentes: empregada de escritório, basquetebolista, professora do ensino secundário, mecânico. Todos recebem bem a notícia e vão preparar as suas roupas e máscaras. O telefone é sempre fixo. De notar o telefone que liga ao futebolista, com um longo cabo desde a ficha, algo que não era habitual nas instalações telefónicas de então mas que se viam em filmes americanos, quando as conversas eram longas (e românticas).

Numa imagem, Henrique Leorne propôs-me mudar o texto. Onde eu tinha escrito bebidas como vinho e cerveja, ele optou por bebidas não alcoólicas (ver o meu texto no final da mensagem). Era um tempo em que se discutia publicamente a questão, do mesmo modo que o tabaco. Ainda me lembro de ver locutores-jornalistas na televisão apresentarem o telejornal enquanto fumavam. Hoje, é impossível.

Noutra vinheta, observa-se o movimento urbano (transportes públicos e particulares, transporte de bens) e indicação da discoteca da festa. Em fundo, que eu apreciei muito quando Henrique Leorne me mostrou o conjunto dos desenhos, uma cidade de prédios elevados e muitas luzes, a indiciar uma pujante vida urbana. Curiosa, porque datada num tempo, a vinheta do cliente ir à loja de computadores reservar uma mesa para a festa. Hoje, far-se-ia online (em linha). Na mesa ao fundo, um empregado da loja escreve num papel; hoje, usaria um tablet ou telemóvel inteligente.
Já agora, nem um só telemóvel ao dispor dos utentes do metro ou autocarro. O desenhador não podia prever a explosão de aparelhos de comunicação móvel. A primeira empresa em Portugal, a TMN surgiu em 1991 e os primeiros telemóveis eram muito grandes (implantavam-se nas malas dos automóveis) e muito caros.

Mais para a frente da história, uma das imagens tem anacronismos. Se a empresa de telefones pretendia que o consumo (ligações telefónicas) fosse fluído, a ideia aqui é a do "entupimento" (linhas todas ocupadas). A imagem da central manual com telefonistas quase tinha desaparecido com a implantação de centrais digitais. O desenho da telefonista, de perfil, retoma uma imagem de Henrique Leorne feito noutra ocasião da sua colaboração.

Quando o cliente comenta ir para a festa, a telefonista, ainda vista de perfil, lamenta não poder ir. As horas do seu turno de trabalho coincidiam com as da festa. Na vinheta seguinte, onde se recupera o enquadramento de desenho anterior da banda desenhada, vê-se uma carrinha com panos publicitários a anunciar a festa. Ao fundo, no passeio, de forma estilizada, tipos de figuras: o punk (de cabelos eriçados), o janota (de chapéu alto) e a senhora da sociedade (com estola).

Como comentário final, houve sempre uma ligação (ou tentação) das telecomunicações aos media. A televisão é cobiçada pelas telecomunicações em termos de conteúdos e transporte de mensagens. A PT teve no seu portfólio de empresas jornais e uma rádio. Nos anos mais recentes, procurou comprar um canal de televisão generalista.




















Observação: faz hoje 15 anos que comecei a escrever nas redes sociais (caso da Blogger.com).

sexta-feira, 2 de dezembro de 2016

Museu de Banda Desenhada em Beja

A existência da Bedeteca e do Festival Internacional de Banda Desenhada fazem de Beja um dos principais centros de difusores desta arte no nosso país. Ciente de um património rico, o município de Beja decidiu apostar na criação de um equipamento que confirme a vocação da cidade em tal domínio, onde se faça um percurso pela História da Banda Desenhada Portuguesa, de 1850 à atualidade, com obras originais e forte componente multimédia. Ao Museu de Banda Desenhada acrescentam-se valências como ateliês, espaços de trabalho e galerias de exposições temporárias. O equipamento, que acolherá a Bedeteca de Beja, integra a estratégia de promoção, dinamização e valorização económica do centro histórico de Beja, com o mesmo a ser instalado em edifício do município (informação e imagem da entidade promotora). A informação enviada não aponta uma data para a abertura do museu.


terça-feira, 21 de junho de 2016

Museu da Manga (Quioto)

O Museu Internacional da Manga em Quioto reflete uma indústria cultural muito popular no Japão - a banda desenhada de tipo manga. Nas décadas mais recentes, a manga japonesa tornou-se conhecida e seguida em todo o mundo, com edições em diversas línguas. Isso permitiu até uma diversificação de estilos. Dois dos objetivos do museu são permitir uma melhor compreensão da cultura da manga e passar a importância desta cultura para a geração mais nova.

A biblioteca - sítio onde os visitantes podem ler os livros de manga em japonês - é um lugar central, com 50 mil livros. O museu tem uma coleção total de 300 mil itens, entre livros e outros materiais não expostos. No primeiro andar, mangas Shonen (para rapazes), no segundo andar, mangas para raparigas (Shojo) e, no terceiro andar, mangas para jovens ((Sheinen).

Mas também merece visita a sala dedicada à escola Tatsuike, construída em 1869 (período Meiji), cujas ajudas permitiram a frequência de alunos da região, e o espaço onde se exige cinema anime. No momento, encontra-se em exibição uma mostra do trabalho de Eguchi Hisashi (江口 寿史, 1956), autor marcante na história da manga, em especial em figuras femininas, com o título King of Pop.


 

sábado, 14 de maio de 2016

Festival Internacional de Banda Desenhada de Beja


O Festival Internacional de Banda Desenhada de Beja realiza-se entre 27 de maio e 12 de junho de 2016, já na sua 12ª edição, dentro do centro histórico da cidade. A inauguração decorre no Pax Julia – Teatro Municipal, o núcleo principal da festa da BD, onde estarão parte das exposições e da programação paralela. Para saber mais: https://www.facebook.com/festivalbdbeja [informação da entidade organizadora].

quarta-feira, 17 de fevereiro de 2016

Colóquio sobre os 80 anos da revista O Mosquito

Foi hoje ao final do dia, na Biblioteca Nacional. Nele, intervieram João Manuel Mimoso, António Martinó Coutinho, Carlos Gonçalves e José Ruy (nos vídeos, parcelas das intervenções do primeiro e último dos oradores).

domingo, 9 de novembro de 2014

AmadoraBD - 25 anos


O Festival Internacional de Banda Desenhada da Amadora foi criado em Novembro de 1990. na 25ª edição, a autora em destaque seria Joana Afonso, responsável pelo desenho d’O Baile, premiado como melhor álbum no prémio nacional de BD da Amadora em 2013.

Núcleos: 1) os grandes mercados: EUA e Japão, 2) a BD para além da BD: biografia, graphic novel, não-ficção, 3) novos suportes: BD no ecrã, 4) regresso às origens: tinta no papel, 5) editar e distribuir ao alcance de todos, 6) trabalho colectivo: a internet quebrando fronteiras, 7) o colosso franco-belga, 8) BD no Cinema. Comissariado por Sara Figueiredo Costa e Luís Salvado, retiro do texto deles no catálogo:

"Ao lado de modelos de produção e distribuição de banda desenhada com algumas décadas de consolidação, como os grandes mercados dos comics nos Estados Unidos da América, da mangá no Japão, ou do mercado franco-belga, outros modos de trabalhar foram ganhando espaço. A democratização dos modos de produção e impressão de livros e revistas preconizada pela impressão digital, pela vulgarização das ferramentas de paginação e pelos serviços de print-on-demand permitiu que mais gente acedesse ao trabalho de edição, sem necessidade de uma grande estrutura a apoiar o seu trabalho. Por outro lado, a enorme expansão da internet, quer como plataforma de divulgação, discussão e venda, quer como ferramenta de comunicação que coloca gente em contacto em qualquer parte do mundo, permitiu uma liberdade de contactos cujos resultados estão à vista em trabalhos colectivos, parcerias e redes de divulgação que podem chegar a qualquer parte do mundo"(ver aqui catálogo e programa).





sábado, 22 de outubro de 2011

Grafitti da Brandoa

Há um grande realismo nas imagens dos grafitos da Brandoa, ali às portas de Lisboa. Cenas da vida do quotidiano (o casal num processo de afastamento, o polícia à procura dos bandidos, a cena da beleza e da necrofilia), cores vivas, animais com um grande antropomorfismo, com atitudes tiradas dos humanos (o dragão, os tigres), imagens da banda desenhada, a homenagear o festival que se realiza ali perto, como se fosse uma enorme banda desenhada para ler enquanto se viaja de automóvel e contorna a rotunda.


BANDA DESENHADA DA AMADORA

O 22º Festival Internacional de Banda Desenhada 2011 da Amadora decorre sob o signo do humor e do centenário da fundação da Sociedade dos Humoristas Portugueses, cujo manifesto data de Junho de 1911, publicado no jornal Sátira. Conforme diz Osvaldo de Sousa no catálogo do Festival, o manifesto considerava que a "caricatura não serve só para desmandibular as multidões num riso animal. Tem uma grave responsabilidade perante a história, qual seja a concepção dos costumes". Em torno da Sociedade, movimentaram-se humoristas como Christiano Cruz, Almada Negreiros, Stuart Carvalhais, Jorge Barradas e Hipolito Collomb. O único projecto concretizado da Sociedade dos Humoristas Portugueses foi a produção de duas exposições em 1912 e 1913.


Ler o texto completo em http://industrias-culturais.hypotheses.org/18380.

quarta-feira, 27 de julho de 2011

22º FESTIVAL INTERNACIONAL DE BANDA DESENHADA

A Câmara Municipal da Amadora promove o 22º Festival Internacional de Banda Desenhada, a decorrer entre 21 de Outubro e 6 de Novembro de 2011. O tema do concurso deste ano é "o humor é uma coisa séria". Para o concurso, podem concorrer autores com mais de 12 anos e apresentação de bandas desenhadas individualmente ou em equipa, em língua portuguesa. A data limite de entrega de trabalhos é 12 de Setembro próximo.

Em simultâneo, decorre o 20º Concuros de Cartoon, com o mesmo tema que o concurso de banda desenhada e onde podem concorrer autores com mais de 16 anos. O prazo de entrega é também 12 de Setembro.

quinta-feira, 24 de março de 2011

STUART CARVALHAIS


Apresentação do livro no dia 31 de Março, pelas 21:00, no Centro Nacional de Banda Desenhada e Imagem (Av. do Brasil, 52 A, Amadora)

sábado, 26 de fevereiro de 2011

CONFERÊNCIA SOBRE BANDA DESENHADA

O Instituto B. Franklin ­de Estudos Norteamericanos da Universidad de Alcalá (Alcalá de Henares, Madrid) organiza uma conferência internacional sobre banda desenhada (International Conference on Comics and Graphics Novels) com o título Sites of Visual and Textual Innovation, de 10 a 12 de Novembro de 2011. O objectivo é levar à conferência o maior número de especialistas em banda desenhada e manga para uma reflexão dessas matérias. Ler mais aqui.

segunda-feira, 26 de julho de 2010

BANDA DESENHADA E PRIMEIRA REPÚBLICA


A Câmara Municipal da Amadora (Centro Nacional de Banda Desenhada e Imagem, CNBDI) e a Comissão Nacional para as Comemorações do Centenário da República organizam a exposição A I República na Banda Desenhada e no olhar do Século XXI, patente até 5 de Outubro próximo no CNBDI. Muito do material é composto por desenhos originais de artistas e publicações das décadas de 1910 e 1920.

Presente ainda o mais antigo filme de animação português, O Pesadelo de António Maria, realizado recentemente por Paulo Cambraia a partir do original de 1923 do ilustrador e realizador Joaquim Guerreiro [sobre a história deste filme ver o blogue Animação Portuguesa].

segunda-feira, 1 de fevereiro de 2010

CALVIN AND HOBBES


O cartoonista norte-americano Bill Waterson (51 anos), criador de Calvin and Hobbes, afirmou, em entrevista publicada hoje no Cleveland Plain Dealer, que não se arrepende de ter deixado de desenhar as tiras de banda desenhada (fonte: Público). Já passaram quinze anos. Então, 2400 jornais imprimiam as aventuras de um miúdo traquina e do seu urso de peluche transformado em companheiro folgazão pela imaginação da criança e que atingiam centenas de milhões de leitores em todo o mundo. Em Portugal, foi no jornal Público que se pode acompanhar as fantásticas tiras entretanto passadas para livro.

sábado, 16 de janeiro de 2010

BANDA DESENHADA

O número 10, com data de Dezembro de 2009, do BD'/10, Boletim de Informação do CNBDI (Centro Nacional de Banda Desenhada e Imagem) da câmara da Amadora é dedicado à 20ª edição do Amadora BD, realizada em Outubro último.

O álbum Metrópole Feérica - Terra Incógnita, volume 1, de Luís Henriques (desenho) e José Carlos Fernandes (argumento) foi o vencedor em três categorias destinadas a autores nacionais - melhor álbum, melhor desenho, melhor argumento. François Schuiten e Benoït Peeters ganharam dois prémios, aquele com o melhor álbum estrangeiro, este com o prémio Juventude, pelo álbum A Teoria do Grão de Areia. O 1º prémio cartoon foi ganho por Bruno Sá.

A edição de 2009 do festival de banda desenhada serviu ainda para homenagear Artur Correia (revistas Papagaio e Cavaleiro Andante) e Maurício de Sousa (brasileiro, ilustrador do suplemento infantil do jornal O Estado de S. Paulo).

quinta-feira, 29 de outubro de 2009

20º AMADORA BD 2009


A exposição do 20º Amadora BD 09 começou no passado dia 23 e vai até 8 de Novembro, em cinco espaços: Galeria Municipal, Fórum Luís de Camões, Casa Roque Gameiro, Biblioteca Municipal Dr. Fernando Piteira Santos e Centro Nacional de Banda Desenhada e Imagem. Mais informações aqui.

quarta-feira, 26 de novembro de 2008

A MORTE DO HOMEM MORCEGO


Retiro a informação do Público Última Hora: a morte do Batman, depois da existência de 70 anos.

Segundo a notícia, chegou hoje às bancas a história do fim do Cavaleiro das Trevas. Grant Morrison, argumentista da série, afirmou ser o "fim de Bruce Wayne como Batman", a ler no mais recente número da série - "R.I.P. Batman". Um dos mistérios é saber quem o mata.