António da Silva Gomes (1937-2017), nome fundamental da publicidade portuguesa, faleceu. Esteve ligado à área da publicidade durante 36 anos, 24 dos quais no grupo McCann-Erickson. Chegou a vice-presidente sénior da McCann-Erickson Europa. Deixa dois livros publicados sobre publicidade e comunicação: Publicidade Sem Espinhas – 40 Anos de Histórias (edição Oficina do Livro) e Publicidade e Comunicação (Texto Editora). Este recordo-me de ter lido e comentado em círculos ligados à universidade. [texto e imagem retirados de http://www.meiosepublicidade.pt/2017/04/antonio-silva-gomes-1937-2017/]
Textos de Rogério Santos, com reflexões e atualidade sobre indústrias culturais (imprensa, rádio, televisão, internet, cinema, videojogos, música, livros, centros comerciais) e criativas (museus, exposições, teatro, espetáculos). Na blogosfera desde 2002.
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terça-feira, 11 de abril de 2017
Silva Gomes e a publicidade
António da Silva Gomes (1937-2017), nome fundamental da publicidade portuguesa, faleceu. Esteve ligado à área da publicidade durante 36 anos, 24 dos quais no grupo McCann-Erickson. Chegou a vice-presidente sénior da McCann-Erickson Europa. Deixa dois livros publicados sobre publicidade e comunicação: Publicidade Sem Espinhas – 40 Anos de Histórias (edição Oficina do Livro) e Publicidade e Comunicação (Texto Editora). Este recordo-me de ter lido e comentado em círculos ligados à universidade. [texto e imagem retirados de http://www.meiosepublicidade.pt/2017/04/antonio-silva-gomes-1937-2017/]
quarta-feira, 15 de abril de 2015
Product Placement e Soft Sponsoring
Em análise do panorama de product placement e soft sponsoring em Portugal, a MediaMonitor indica que são "inúmeros os estudos e artigos que nos dizem que estamos numa época de mudanças de hábitos de consumo de media, tanto na escolha de novos canais ou caminhos para ver conteúdos como nas próprias fontes de entretenimento. Esta alteração de hábitos terá maior reflexo em targets mais jovens. Ainda assim, a audiência dos canais de consumo tradicionais mantêm-se suficientemente interessantes para que as marcas continuem a investir fortemente nos media tradicionais e nas formas de publicidade mais comuns. Os tradicionais anúncios, e principalmente os de TV, continuam a atrair uma grande parte do investimento em comunicação. No panorama publicitário português, o meio Televisão continua a captar a maior fatia do investimento realizado. Por exemplo, de Janeiro a Dezembro 2014, este meio totalizou 6262616 milhares de euros a preço de tabela, o que representa um share de investimento relativamente a outros meios de quase 73%, isto de acordo com dados da MediaMonitor".
a continuar a
Continuando a seguir o texto da Marktest: "Apesar deste grande investimento, as marcas têm procurado soluções alternativas à publicidade tradicional, que passam cada vez mais frequentemente pela aposta em situações de product placement e soft sponsoring. É uma forma das marcas se manterem em TV, onde grande parte dos seus alvos permanece, e de continuarem associadas a programas de grande audiência. Esta forma de exposição da marca permite contornar o tradicional zapping durante os intervalos ao mesmo tempo que, de uma forma mais ou menos criativa, associa marcas a personagens e situações quotidianas retratadas nos programas de ficção".
Do mesmo texto: "Quem não se lembra, por exemplo, de ver personagens de novelas a manusear produtos de grandes marcas que todos conhecemos? Quem nunca reparou nas marcas dos prémios entregues em concursos e passatempos televisivos? Um exemplo é a marca Worten que apareceu em Dezembro na novela Mar Salgado da SIC no âmbito da campanha Código DáVinte ou a marca Compal na mesma novela, também em Dezembro ou ainda a marca Seat, no mesmo mês, na novela Jardins Proibidos da TVI. Estas associações mais ou menos subtis entre programas e marcas têm sido um fenómeno crescente pelo facto de proporcionarem um contexto em que os telespectadores estão talvez mais permeáveis para receber a mensagem publicitária transmitida. Do ponto de vista dos canais de televisão, directamente ou através das produtoras de conteúdos, esta é também uma fonte de rendimento complementar que lhes permite proporcionar exposição de marcas mantendo o tempo de publicidade dentro dos limites da lei".
Para continuar a ler o texto seguir em MediaMonitor.
a continuar a
Continuando a seguir o texto da Marktest: "Apesar deste grande investimento, as marcas têm procurado soluções alternativas à publicidade tradicional, que passam cada vez mais frequentemente pela aposta em situações de product placement e soft sponsoring. É uma forma das marcas se manterem em TV, onde grande parte dos seus alvos permanece, e de continuarem associadas a programas de grande audiência. Esta forma de exposição da marca permite contornar o tradicional zapping durante os intervalos ao mesmo tempo que, de uma forma mais ou menos criativa, associa marcas a personagens e situações quotidianas retratadas nos programas de ficção".
Do mesmo texto: "Quem não se lembra, por exemplo, de ver personagens de novelas a manusear produtos de grandes marcas que todos conhecemos? Quem nunca reparou nas marcas dos prémios entregues em concursos e passatempos televisivos? Um exemplo é a marca Worten que apareceu em Dezembro na novela Mar Salgado da SIC no âmbito da campanha Código DáVinte ou a marca Compal na mesma novela, também em Dezembro ou ainda a marca Seat, no mesmo mês, na novela Jardins Proibidos da TVI. Estas associações mais ou menos subtis entre programas e marcas têm sido um fenómeno crescente pelo facto de proporcionarem um contexto em que os telespectadores estão talvez mais permeáveis para receber a mensagem publicitária transmitida. Do ponto de vista dos canais de televisão, directamente ou através das produtoras de conteúdos, esta é também uma fonte de rendimento complementar que lhes permite proporcionar exposição de marcas mantendo o tempo de publicidade dentro dos limites da lei".
Para continuar a ler o texto seguir em MediaMonitor.
terça-feira, 24 de fevereiro de 2015
A Johnson & Johnson foi o maior anunciante em Janeiro
Para a MediaMonitor, a Johnson & Johnson inicia 2015 como maior anunciante com um share of voice de 3,6% face ao total do mercado publicitário de televisão, rádio, imprensa, outdoor, cinema e internet e de 8,8% face ao total dos 20 maiores anunciantes do mês. A European Home Shopping ocupa a segunda posição, responsável por 3,2% do investimento publicitário total e por 8,0% do colocado pelos 20 maiores anunciantes do mês e a Unilever-JM a terceira posição, com um share of voice de 3,0% face ao total do mercado publicitário e de 7,5% face ao total dos 20 mais.
No conjunto, os 20 maiores anunciantes foram responsáveis por 40,4% do bolo publicitário mensal. No conjunto, estão cinco empresas do grande consumo, quatro da grande distribuição, três de telecomunicações, dois bancos e seis de outros sectores. Os maiores investidores privilegiaram a televisão (88,6% dos orçamentos).
[share of voice: percentagem de publicidade de uma marca no total da atividade de publicidade no setor inteiro ou tipo de produto]
[share of voice: percentagem de publicidade de uma marca no total da atividade de publicidade no setor inteiro ou tipo de produto]
sexta-feira, 5 de dezembro de 2014
Crescimento no investimento publicitário
"A espera foi longa mas já há fumo branco. Depois de dez anos de quebras, apenas com a excepção de 2010 com um modesto 1,5 por cento positivo, Portugal volta a ter crescimento no investimento publicitário, sendo esperado um fecho de ano com 10 por cento de subida. A última vez que se registou um crescimento na ordem dos dois dígitos no investimento publicitário em Portugal foi em 2004, ano de campeonato da Europa de futebol disputado em território nacional. Seguiram-se 10 anos de estagnação e quebras, também elas a um ritmo de dois dígitos, com duas excepções: um crescimento de 1,5 por cento em 2010 e o último ano, em que a quebra foi de 8,8 por cento. Para este ano, o mercado publicitário, em Portugal, deverá crescer 10 por cento, situando-se nos 500,7 milhões de euros, de acordo com estimativas do Omnicom Media Group (OMG) referentes a valores reais. No próximo ano, o mercado deverá crescer 7,9 por cento para os 550 milhões, um nível investimento que não se via desde 2011 mas, mesmo assim, bem longe dos 806 milhões que o sector valia em 2007" (texto da publicação Meios & Publicidade).
quinta-feira, 19 de maio de 2011
PUBLICIDADE EM TEMPOS DE CRISE FINANCEIRA
"Contra o FMI, defendemos em bloco" é a continuação da imagem de Paulo Futre na publicidade do Licor Beirão, conforme anuncia o Diário Económico (hoje). Depois de uma conferência de imprensa considerada desastrosa em candidatura às eleições do Sporting, a prometer um jogador chinês que traria muitos compatriotas dele a Portugal, o antigo jogador participou em campanha bem humorada e volta a encher os mupis, em tom de campanha eleitoral. FMI e troika, devido ao pedido de resgate financeiro feito por Portugal, entraram no vocabulário comum e os publicitários estão a aproveitar a corrente. Por seu lado, o ACP (Automóvel Clube de Portugal) pegou na sigla FMI e lançou a sua mais recente campanha com o mote "Querida, tenho boas e más notícias! As más são que o FMI nos vai obrigar a poupar... as boas são que me fiz sócio do ACP", spot que passa na rádio até ao final de Maio. Já a Dialogue, que trabalha na área digital, tem uma mensagem com o título "Prós-troika". Parece que os portugueses admiram muito o humor negro, segundo o responsável da agência que ajudou a criar o vídeo "O que a Finlândia deve saber sobre Portugal", quando aquele país ameaçava não contribuir para o empréstimo, e que já terá sido visto no YouTube por mais de um milhão de visitantes.
segunda-feira, 16 de maio de 2011
TELEVISÃO E INVESTIMENTOS EM PUBLICIDADE
Os jornais de hoje referem-se ao impacto que as eleições de 5 de Junho próximo podem ter no operador público de televisão (e rádio), pois o PSD, um dos partidos que ambicionam ganhar as eleições, propõe a privatização da RTP (Diário Económico). A segunda notícia (Jornal de Negócios) indica uma quebra de receitas de publicidade em 3% no primeiro trimestre deste ano.
Na notícia do Económico, os agentes do sector da publicidade estão na expectativa. Se o PSD propõe a privatização, um novo canal não suporta mais investimento publicitário, dizem. O PS, habitual defensor do serviço público de televisão, propõe mais publicidade no canal público, de modo a poder baixar o contributo do Estado, mas isso terá um efeito desastroso nos canais privados. A RTP, em 2010, recebeu do Estado uma indemnização compensatória de 121,1 milhões de contos e a contribuição do audiovisual chegou aos 109,6 milhões de euros, a que falta somar o investimento da publicidade. Os canais de sinal aberto valem, em termos de publicidade anual, cerca de 300 milhões de euros, metade do investimento publicitário do mercado nacional. Em coluna própria, Nuno Cintra Torres assume a privatização da RTP: para ele, o Estado manteria a propriedade das frequências, concessionando um canal para serviço público e outro para televisão privada, aproximando-se, pois, do modelo preconizado pelo PSD. Lembro que este modelo foi pensado já durante o governo de Durão Barroso, quando surgiu a proposta de canal da sociedade civil. Hoje, há outras variáveis a acrescentar: o mau estado financeiro do país e a maior concorrência dos canais de cabo.
No texto do Negócios, a perda de investimentos atingiu três grupos: Cofina (12046 milhões de euros para 11454 milhões), Impresa (31226 milhões de euros para 30888 milhões), Media Capital (32512 milhões de euros para 31120 milhões). A SIC e os seus canais temáticos (Impresa) escapam à tendência. Não há informação sobre o grupo Controlinveste, mas as mexidas na direcção do Jornal de Notícias e a formação de uma equipa de economia fornecedora de informação específica para o grupo indicam iguais preocupações. Imprensa, outdoors e televisão generalista são os sectores de maior quebra. O ponto de vista desta notícia coincide com a anterior. Eleições, entrada do FMI e aplicação de um programa de austeridade geram incertezas. Uma responsável do sector ouvida pelo jornal considera que há marcas que não abrandam os investimentos de publicidade em períodos de crise e podem, por isso, ganhar força e diferenciação face à concorrência.
Na notícia do Económico, os agentes do sector da publicidade estão na expectativa. Se o PSD propõe a privatização, um novo canal não suporta mais investimento publicitário, dizem. O PS, habitual defensor do serviço público de televisão, propõe mais publicidade no canal público, de modo a poder baixar o contributo do Estado, mas isso terá um efeito desastroso nos canais privados. A RTP, em 2010, recebeu do Estado uma indemnização compensatória de 121,1 milhões de contos e a contribuição do audiovisual chegou aos 109,6 milhões de euros, a que falta somar o investimento da publicidade. Os canais de sinal aberto valem, em termos de publicidade anual, cerca de 300 milhões de euros, metade do investimento publicitário do mercado nacional. Em coluna própria, Nuno Cintra Torres assume a privatização da RTP: para ele, o Estado manteria a propriedade das frequências, concessionando um canal para serviço público e outro para televisão privada, aproximando-se, pois, do modelo preconizado pelo PSD. Lembro que este modelo foi pensado já durante o governo de Durão Barroso, quando surgiu a proposta de canal da sociedade civil. Hoje, há outras variáveis a acrescentar: o mau estado financeiro do país e a maior concorrência dos canais de cabo.
No texto do Negócios, a perda de investimentos atingiu três grupos: Cofina (12046 milhões de euros para 11454 milhões), Impresa (31226 milhões de euros para 30888 milhões), Media Capital (32512 milhões de euros para 31120 milhões). A SIC e os seus canais temáticos (Impresa) escapam à tendência. Não há informação sobre o grupo Controlinveste, mas as mexidas na direcção do Jornal de Notícias e a formação de uma equipa de economia fornecedora de informação específica para o grupo indicam iguais preocupações. Imprensa, outdoors e televisão generalista são os sectores de maior quebra. O ponto de vista desta notícia coincide com a anterior. Eleições, entrada do FMI e aplicação de um programa de austeridade geram incertezas. Uma responsável do sector ouvida pelo jornal considera que há marcas que não abrandam os investimentos de publicidade em períodos de crise e podem, por isso, ganhar força e diferenciação face à concorrência.
domingo, 24 de abril de 2011
BERTRAND
A Bertrand tem a mais antiga livraria aberta em todo o mundo, como foi declarado esta semana pelo Guiness, a funcionar desde 1732 no Chiado. Ontem, para festejar essa nomeação, alguns jornais, como Público e Expresso, traziam uma falsa capa com publicidade da Bertrand.
Tiro duas conclusões. A primeira é que a falsa capa era bonita. A segunda é que os jornais estão a editar publicidade em falsas capas. Que me lembre, está é a segunda campanha que vejo; a outra foi publicada simultaneamente no Público e no Correio da Manhã. O que pode querer dizer que a publicidade regressa aos media tradicionais.
Tiro duas conclusões. A primeira é que a falsa capa era bonita. A segunda é que os jornais estão a editar publicidade em falsas capas. Que me lembre, está é a segunda campanha que vejo; a outra foi publicada simultaneamente no Público e no Correio da Manhã. O que pode querer dizer que a publicidade regressa aos media tradicionais.
quinta-feira, 24 de março de 2011
A PUBLICIDADE SEGUNDO CINTRA TORRES
"Julgo que haveria uma solução eficaz para o problema da comunicação publicitária nos velhos e novos media, servindo bem as quatro partes interessadas na publicidade, isto é, os anunciantes, os publicitários, os media e os receptores: a criação de novos espaços próprios da publicidade no seio dos jornais online", defende Eduardo Cintra Torres, em artigo de opinião para o Briefing.
quarta-feira, 29 de dezembro de 2010
ISABELLE CARO
Em 1 de Outubro de 2007, escrevi aqui sobre Isabelle Caro, antiga modelo que sofria de anorexia e participou numa campanha da Benetton. Morreu a 17 de Novembro último, foi noticiado agora, pesando apenas 31 quilos.
sexta-feira, 3 de dezembro de 2010
CAMPANHA DA TSF
Quem ouve a TSF ouve a verdade por trás das notícias é a frase chave da campanha de comunicação da TSF na imprensa e na televisão. A rádio pertence ao grupo Controlinveste, detentor de títulos de imprensa como Diário de Notícias e Jornal de Notícias.
terça-feira, 9 de novembro de 2010
PUBLICIDADE NA TELEVISÃO
"Em Outubro de 2010, foram exibidas 62 462 peças publicitárias nos ecrãs da RTP1, RTP2, SIC e TVI, considerando todos os tipos de publicidade à excepção das auto-promoções dos canais. Este montante equivale a uma média diária de 504 inserções de publicidade por canal. Face ao período homólogo do ano anterior, observou-se uma diminuição de 5.3% no número de inserções publicitárias comerciais" (Marktest).
segunda-feira, 1 de novembro de 2010
TRABALHAR NUMA AGÊNCIA DE PUBLICIDADE
"A primeira mulher a presidir a uma agência de publicidade em Portugal, no grupo Ogilvy & Mather, já bem depois de Abril de 74, durante 26 anos, conta que nunca foi discriminada num meio eminentemente masculino" (Diário de Notícias). Ler mais.
quinta-feira, 28 de outubro de 2010
A PUBLICIDADE SEGUNDO EDUARDO CAMILO
"A reflexão que agora propomos constitui o resultado das lições que temos vindo a proferir sobre a temática da publicidade, na licenciatura em Ciências da Comunicação e no Mestrado em Comunicação Estratégica: Publicidade e Relações Públicas da Universidade da Beira Interior. Os seus conteúdos também reflectem o trabalho realizado no âmbito das linhas de investigação "IPOCOM – Imagens e Processos de Comunicação" e "Informação e Persuasão" do Labcom e as iniciativas de reflexão e de dinamização científica, decorrentes da participação no Grupo de Trabalho de Publicidade & Comunicação da SOPCOM – Sociedade Portuguesa de Comunicação. Subjacente a este ensaio encontra-se a pretensão de conseguir responder a uma questão central: o que é a publicidade enquanto fenómeno de comunicação de massa?" (da introdução do livro de Eduardo Camilo, Homo Consumptor. Dimensões Teóricas da Comunicação Publicitária).
terça-feira, 26 de outubro de 2010
O FUTURO DA PUBLICIDADE
"A comunicação na era digital e o trabalho dos marketeers na recuperação da confiança na publicidade são os pontos de partida para a Conferência Anual da Associação Portuguesa de Anunciantes. O encontro, sobre o tema "Preparados para mudar?", realiza-se no dia 4 de Novembro, no Forum Picoas, em Lisboa" (Diário de Notícias).
terça-feira, 19 de outubro de 2010
MERCADO PUBLICITÁRIO
"De acordo com o estudo Publicidade do Estado e audiências realizado pela ERC – Entidade Reguladora para a Comunicação Social, durante o ano de 2009 o mercado publicitário nacional representou, a preços de tabela, pouco mais de quatro mil milhões de euros. A fatia do Estado – sem contar com autarquias, instituições de ensino, tribunais, Presidência e Assembleia da República – ascendeu a 408 milhões de euros. O meio preferido pelo Estado para anunciar é a televisão – que tem uma quota de 83,68 por cento -, seguido de muito longe pela imprensa (10,32) e só depois pela rádio (6). O Correio da Manhã, do grupo Cofina, lidera o investimento publicitário estatal na imprensa, cabendo-lhe uma fatia de 30,16 por cento, seguido pelo Jornal de Notícias (18,96), Diário de Notícias (12,02), Expresso (10,76), Público (8,61), i (5,74) e Visão (4,32), Sol (4,01), Sábado (3,08) e Focus (0,86) e 24 Horas (1,48). A televisão, que entre 2008 e 2009 viu a sua facturação publicitária ao Estado subir de 332,7 milhões de euros para 341,7, tem na TVI o maior destinatário do investimento estatal" (Público).
terça-feira, 17 de agosto de 2010
A PUBLICIDADE SEGUNDO DOIS ESPECIALISTAS
O Diário Económico, na edição do dia 5 deste mês, pôs duas gerações de publicitários a falar sobre o sector: Vera Nobre da Costa (anterior presidente da Young & Rubicam) e Pedro Pina (presidente da McCann Erickson).
Com a actual situação de crise financeira, as empresas que procuram publicidade para as suas marcas e produtos, dentro de uma lógica de rentabilidade, tentam interferir no trabalho da agência e na qualidade do processo criativo. Além disso, para os dois publicitários, a nova geração aparece mal formada. Embora com o conhecimento das tecnologias e das redes sociais, perdeu-se o sentido da curiosidade.
A rentabilidade da área passa por consolidação, fusões e saídas de parceiros, em especial as pequenas agências. As mudanças são também evidentes a nível dos media (o glamour passa da televisão para a internet, que utiliza uma abordagem multiplataforma), com uma quebra nas áreas de marketing e media e aumento na considerada área de engenharia da comunicação.
Com a actual situação de crise financeira, as empresas que procuram publicidade para as suas marcas e produtos, dentro de uma lógica de rentabilidade, tentam interferir no trabalho da agência e na qualidade do processo criativo. Além disso, para os dois publicitários, a nova geração aparece mal formada. Embora com o conhecimento das tecnologias e das redes sociais, perdeu-se o sentido da curiosidade.
A rentabilidade da área passa por consolidação, fusões e saídas de parceiros, em especial as pequenas agências. As mudanças são também evidentes a nível dos media (o glamour passa da televisão para a internet, que utiliza uma abordagem multiplataforma), com uma quebra nas áreas de marketing e media e aumento na considerada área de engenharia da comunicação.
sábado, 26 de junho de 2010
UM TIPO DE PUBLICIDADE
"Revista [título]. Promoção Você dá o Tom! Você escolhe o que quer ganhar. Sorte sua. Uma Scooter [marca] ou um curso de corte criativo e coloração na [empresa] em Londres. Na promoção Você dá o Tom, você escolhe o prêmio que mais combina com você. Pode ser um curso de corte criativo e coloração na [empresa] em Londres ou uma Scooter [marca]. Para concorrer basta responder à pesquisa no [sítio da internet]. Mande já suas informações e participe. A sorte é toda sua. E a escolha do prêmio também".
sexta-feira, 23 de abril de 2010
INVESTIMENTO PUBLICITÁRIO EM MARÇO DE 2010
Segundo a Media Monitor, a Euro RSCG foi a agência com mais investimento publicitário durante o mês de Março, com € 35,5 milhões, a preços de tabela, seguindo-se a Ogilvy & Mather (€ 28,9 milhões) e a Publicis (€ 23,9 milhões). Dos anunciantes, o primeiro é Unilever (€ 20,3 milhões), seguido pela P&G (€ 13,8 milhões) e a L’Oreal (€ 13,1 milhões) [fonte: Meios & Publicidade].
sábado, 2 de janeiro de 2010
CHANEL Nº 5
Audrey Tautou, protagonista de O fabuloso destino de Amélie Poulain (2001) e de O Código da Vinci (2006), também desempenhou o principal papel no filme Coco Avant Chanel (2009). Por isso, é a cara desta marca de perfume.
segunda-feira, 14 de dezembro de 2009
IMAGEM DO EURO 2012
Hoje e em Kiev, foi apresentada a imagem do Euro 2012 (Polónia e Ucrânia), ganha pela agência portuguesa Brandia Central.
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