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quinta-feira, 4 de maio de 2017

A exposição de discos Orfeu em Matosinhos



Hoje, na Casa do Design (Matosinhos), foi inaugurada a exposição Discos Orfeu, 1956-1983. Imagens / Palavras / Sons, uma homenagem ao grande editor discográfico Arnaldo Trindade (Porto, 1934) [ver vídeo abaixo]. Segundo a organização do evento, trata-se da primeira grande exposição sobre uma editora portuguesa. Comissariada por José Bártolo [ver vídeo abaixo], que assina um texto no pequeno catálogo, na exposição há uma mostra grande de capas de discos, que pertencem ao dono da Orfeu mas também a diversos colecionistas.

A editora Orfeu, que teve desde início o lema Disco é Cultura, publicou discos de cantores de intervenção como Adriano Correia de Oliveira, José Afonso, Fausto e Sérgio Godinho, conjuntos populares como Maria Albertina e António Mafra e rock dos Titãs e Pop Five Music Incorporated. Um dos discos emblemáticos foi o de José Cid 10000 Anos Depois Entre Vénus e Marte, que o cantor apresentou na Aula Magna da Universidade de Lisboa no começo desta semana, e cuja capa foi desenhada por Isabel Nabo. O catálogo Orfeu inclui discos de poesia de Aquilino Ribeiro, José Rodrigues Miguéis, Daniel Filipe, Agustina Bessa Luís, Miguel Torga, José Régio e Alberto Serpa. Nomes do design gráfico como Moreira Azevedo, José Santa-Bárbara, José Brandão, José Luís Tinoco e Alberto Lopes e fotógrafos como Fernando Aroso, Eduardo Gageiro e Patrick Ullmann encontram-se também associados à Orfeu.



terça-feira, 2 de maio de 2017

Exposição de fotografias de moda

Até 30 de maio, o Instituto Português de Fotografia (rua da Ilha Terceira, 31A, Lisboa) promove uma exposição de fotografias de moda com trabalhos de 33 formandos. Para além da teoria, o curso profissional do Instituto Português de Fotografia promove a vertente prática. À próxima geração de fotógrafos de moda foram proporcionadas condições para atuarem de forma semelhante à realidade do mercado de trabalho. Para além do estúdio, tiveram acesso a agências, modelos profissionais e maquilhadora. Os formandos desenvolveram o conceito de cada sessão e responsáveis pela escolha dos cenários, guarda-roupa, adereços, iluminação e direção de modelos. Um misto de experimentação, conhecimentos e imaginação dos alunos André Peixinho, Ana Silva, António Abreu, António Góis, António Santos, Beatriz Rato, Bruno Rato, Carlota Fonseca, Cláudia Sousa, Daniela Alves, Diogo Pimenta, Duarte Martins, Filipa Rodrigues, Francisco Soares, Inês Lima, Inês Rodrigues, Jorge Almeida, Lília Lobão, Madalena Pereira, Mafalda Azevedo, Mafalda Gomes, Maria Neto, Miguel Florindo, Patrícia Carrascalão, Paulo Velosa, Pedro Madeira, Pedro Santos, Rita Pires, Rita Ricardo, Roberto Moura, Salomé Reis, Sara Sousa e Tiago Torrão. A exposição reflete a inspiração em trabalhos de Newton, Avedon, Lindbergh, Penn, Roversi e Bourdin, nomes que inspiram diferentes gerações de fotógrafos de todo o mundo. Horário: 9:30-13:30, 14:30-18:30 e 19:30-23:00 de segunda-feira a sexta-feira. Sábados, 9:30-13:00. Entrada livre (texto e imagem da entidade organizadora).

sábado, 4 de março de 2017

Ópera chinesa no Museu do Oriente



O ocidente gosta da ópera chinesa mas não conhece o seu repertório narrativo e o modo como se combinam o canto, a música, a dança, a mímica, a acrobacia e o humor. A ópera chinesa surgiu no final do século XI e a sua época dourada iniciou-se no século XIII. Há estilos regionais diferentes, mas destacam-se os de Beijing e de Cantão.

O repertório inclui comédias satíricas, histórias de amor, peças históricas e mitos fundadores da China. A exposição patente no Museu do Oriente explora quatro das mais célebres histórias: Romance dos Três Reinos, A Viagem ao Ocidente, A Lenda da Serpente Branca e o Pavilhão da Ala Oeste. Assim, compreendem-se traços gerais da história do país, como a crítica de costumes, a exaltação das virtudes guerreiras, o temor aos deuses, a transmissão da sabedoria dos mais velhos. Há ainda espaço para o teatro das marionetas.

Trajes, maquilhagem e acessórios identificam as personagens. Linhas negras indicam rugas. O branco é para ministros traidores e personagens violentas como generais e bandidos, o vermelho é para homens honestos e fieis, o azul para personagens vigorosas, o amarelo para calculistas, o verde para orgulhosos e o dourado para os deuses. As personagens masculinas dividem-se em idoso, jovem e guerreiro, as femininas em idosa, mulher virtuosa, cortesã ou criada, guerreira e jovem de família distinta. A estas personagens, juntam-se os rostos pintados e os palhaços [texto a partir dos elementos da exposição].


sexta-feira, 3 de março de 2017

Lisboa, cidade global no Renascimento

A exposição A Cidade Global. Lisboa no Renascimento abriu no final de fevereiro, envolta em polémica, por causa do quadro que serve como centro da exposição: Rua Nova dos Mercadores, pertença da Kelmscott Manor. Esta obra foi encontrada no espólio de Dante Gabriel Rossetti e a sua data seria atribuída pelas comissárias da exposição Annemarie Jordan e Kate Lowe, baseadas em cartas do seu antigo proprietário, entre 1570 e 1619. Mas não existe nenhuma análise laboratorial para saber a certeza. Da pintura, relevo as colunas, que permitem um longo percurso sob os edifícios, as persianas de madeira, uma arquitetura similar ao longo da rua (que dava para o Rossio), o comércio na rua e as figuras variadas (mercadores, membros do clero, militares, mulheres, criados negros, animais).

A obra seria a continuidade do quadro O Chafariz d'El Rei, da coleção de Joe Berardo, cuja data se atribui no catálologo da exposição ao século XII (1560-1580). Esta obra teria sido alvo de uma análise à madeira e à pigmentação. Mas alguns historiadores contestam a sua autenticidade, nomeadamente pela existência de um cão com coleira mas sem dono, o que não seria habitual (a revista do Expresso de 25 de fevereiro último traz textos de Vítor Serrão e de Diogo Ramada Curto, com posições opostas). Ao ver a reprodução deste quadro, surpreendo-me com um barqueiro que me faz lembrar Van Gogh (1853-1890) e um rio encapelado pintado à maneira dos pós-impressionistas, mas, ao mesmo tempo, parece haver a ironia de Hieronymus Bosch (1450-1516).

Independentemente da polémica, a exposição - que partiu do livro escrito pelas duas curadoras The Global City - On the Streets of Renaissance Lisbon - mostra pintura, contadores e cofres, porcelanas e lacas, gravuras que representam animais exóticos, um rinoceronte que o sultão de Guzarate ofereceu a D. Manuel I, o envio do rinoceronte ao papa mas que morreu afogado quando o barco naufragou, com a gravura imortalizada por Dürer (um animal cheio de couraças de ferro, pois o alemão não vira o animal mas desenhou-o a partir da descrição dele feita), sedas e panos. As mercadorias afluíam de África, Brasil e Ásia. No conjunto, a exposição descreve uma Lisboa cosmopolita e capital de império, com multculturalismo e inúmeros produtos e objetos exóticos trocados entre Portugal e o oriente após a viagem marítima de Vasco da Gama. O terramoto de 1755 destruiria a cidade mas ficaram memórias agora presentes no Museu Nacional de Arte Antiga. A arquitetura da Rua Nova dos Mercadores desapareceu.



sexta-feira, 24 de fevereiro de 2017

Almada Negreiros na Gulbenkian

Luís Trindade, no seu texto no catálogo da exposição (pp. 73-79), fala em três narrativas do século XX (antagonismos, totalitarismos e revoluções tecnológicas e científicas) para tentar enquadrar o percurso de Almada Negreiros. Como o artista criou durante muito tempo (entre as décadas de 1910 e 1960), é ainda difícil encontrar a sua dimensão. Talvez dentro da perspetiva da tensão entre a violência e a ordem. Mas, continua, o modernismo em que Almada se insere - e muitos outros artistas - tornou-se classicismo ou museologismo, paradoxo da classicização da vanguarda. Luís Trindade vai ainda mais longe, ao identificar o atraso da arte portuguesa face à europeia e americana - a falta ("estou atrasado") ou a narrativa do "atraso" - que Almada pretende preencher.

No texto de apresentação do catálogo, revela-se a dimensão da exposição, com curadoria de Mariana Pinto dos Santos: mais de quatrocentas obras, muitas delas pertença da Gulbenkian, onde está a exposição. Almada colaboraria com a Fundação desde 1957, ao participar na I Exposição de Artes Plásticas, recebendo o prémio extraconcurso. Depois, em 1964, pintou uma réplica do Retrato de Fernando Pessoa e, em 1966, interveio na exposição póstuma de Bernardo Marques. Quando a atual sede da Gulbenkian foi inaugurada, o seu mural Começar estava pronto. O artista morreu pouco depois.

A exposição está organizada em oito núcleos, o catálogo em nove. Sem classificar, a exposição (e o catálogo) ilustra a riqueza de trabalhos de José Almada Negreiros (1893-1970). Pintor, artista gráfico, autor de livros, com ligação ao cinema e ao teatro, dele se expõe um património capaz de o colocar como homem do século XX que Luís Trindade procura. A recomendar no catálogo, além dos outros, a leitura do texto da curadora Mariana Pinto dos Santos.



sábado, 14 de janeiro de 2017

Amadeu em Lisboa

Amadeu Sousa Cardoso expôs primeiro no Porto (Jardim Passos Manuel) e, depois, em Lisboa (Liga Naval). Isso foi em 1916-1917. Repete-se cem anos depois, no museu Soares dos Reis e no museu do Chiado. Os mesmos quadros, a mesma distribuição por temas e materiais. Como os espaços são diferentes, a receção é diferente. No Porto, o espaço aberto da sala de exposições temporárias cria divisórias, o que possibilita espreitar algumas das obras de um espaço para outro; em Lisboa, as peças estão em salas de menor dimensão mas com luz natural e boa decoração interior, o que permite um olhar mais intimista. Com muitos visitantes, pelo menos nos dias em que eu vi a exposição numa cidade e na outra.


Hoje, realizou-se também a primeira conferência intitulada O Porto em 1916 - o Jardim de Passos Manuel e a exposição de Amadeu. Intervieram quatro investigadoras: Elisa Soares, Ana Paula Machado, Sónia Moura e Marta Soares. O foco, como o título indica, foi o local da exposição inicial (Porto) de Amadeu Sousa Cardoso, ou melhor, a envolvência geográfica, social e cultural. Caso dos equipamentos: teatros Rivoli e S. João (então em construção), Sociedade de Belas Artes, Ateneu Comercial, estação ferroviária de S. Bento, alargado ainda ao Palácio de Cristal. As exposições de arte centravam-se especificamente no palácio de Cristal e no Jardim Passos Manuel. Iniciativas privadas, ateliês de artistas, ensino, exposições, atividades de associações, confronto entre naturalistas e modernistas, pioneirismo da formação feminina na pintura, relação com o teatro e o cinema, foram apresentados como contextos, formas e veículos de promoção cultural e artística que conduziriam à exposição de Amadeu.

As duas primeiras conferencistas trabalharam a sua informação a partir dos artigos e notícias de jornais, dando uma perspetiva interessante do meio cultural daquela cidade. O Jardim Passos Manuel, explicou melhor a terceira oradora, compreendia um espaço entre as ruas Passos Manuel e Formosa, onde se ergueria depois o Coliseu. Tinha um salão de festas e local de exposições, um jardim, cinematógrafo e, mais tarde, albergou tipografias e instalações da empresa Invicta Filmes. Teria ainda uma pista de gelo. A quarta oradora centrou-se mais na definição da exposição, abstracionista no Porto mas perdendo esta designação na exposição em Lisboa (1917). Afinal, a exposição, que causou polémica, tinha mais figuração que abstração. Na intervenção, foi ainda levantada a questão da exposição ser individual quando a prática naquele tipo de exposições, a nível internacional, ser coletiva, o que realça a ousadia e a qualidade do pintor português que viveu em Paris e morreu muito cedo por doença.



Próxima conferência, dia 21 de janeiro de 2017, às 15:15, no Aquário Vasco da Gama, com marcação prévia.

sexta-feira, 16 de dezembro de 2016

Exposições da Fundação D. Luís I (Cascais) para 2017



A Fundação D. Luís I apresentará em 2017 no Centro Cultural de Cascais três exposições de grande destaque: Herb Ritts, fotografia (8 de setembro de 2017 a 21 de janeiro de 2018), De Rubens a Van Dyck, pintura flamenga da coleção Gerstenmaier (7 de abril a 2 de julho) e Roque Gameiro: Uma Família e uma Época (13 de janeiro a 2 de abril). Por seu turno, o Museu da Cidade apresentará duas exposições em dois dos seus núcleos, o Pavilhão Preto e o Torreão Poente do Terreiro do Paço, ambas dedicadas à cidade de Lisboa, respetivamente A Lisboa que Teria Sido (26 de janeiro a 2 de junho) e Debaixo dos Nossos Pés – Pavimentos Históricos da Cidade de Lisboa (16 de março a 18 de junho).

Da informação recebida da entidade organizadora, retiro a nota respeitante à exposição De Rubens a Van Dyck – Pintura Flamenga da Coleção Gerstenmaier: "As notáveis características da pintura flamenga, como o uso de cores vivas e um especial tratamento da luz são dadas a conhecer ao público. Este é um momento único para apreciar como diferentes artistas desenvolveram diferentes técnicas num dos períodos mais florescentes da história da arte. As pinturas relacionadas com a fé cristã, os retratos, as naturezas mortas ou os temas mitológicos são representados na obra de grandes mestres flamengos como Rubens, figura central da pintura barroca, o seu discípulo Van Dyck, Brueghel, Van Thielen e Van Kessel, entre outros".




sábado, 19 de novembro de 2016

Exposição O Mundo de Charles e Ray Eames

"Charles e Ray Eames iniciaram a sua parceria em 1941 que durou toda uma vida. A singular colaboração entre ambos deu origem a um vasto corpo de trabalho pioneiro e influente no campo do design". Os Eames e colaboradores "investigaram e desenvolveram produtos, mobiliário, filmes, slideshows, design gráfico, projetos expositivos e arquitetónicos, bem como novos modelos pedagógicos" [do texto que acompanha a exposição no MAAT - Museu de Arte, Arquitetura e Tecnologia] [fotografia de Eames Office LLC].



quinta-feira, 10 de novembro de 2016

terça-feira, 8 de novembro de 2016

Arte e medicina em exposição em Soure

De 12 de novembro a 9 de janeiro de 2017, no Museu Municipal de Soure vai estar patente a exposição Arte & Medicina, do Centro Hospitalar e Universitário de Coimbra. A equipa de curadoras da CulturAge (Cristina Nogueira e Carolina Gomes) centrou o discurso expositivo em dois eixos, relacionados com a arte e com o património hospitalar. A exposição convida o visitante a um percurso que o leva à reflexão da representação da medicina na arte, bem como médicos, doenças e hospitais. Por outro lado, visa o conhecimento do percurso histórico da realidade local através da exibição de exemplares do património hospitalar.

Na exposição, há 56 reproduções de pinturas e iluminuras de museus de todo o mundo sobre medicina e médicos, doenças e hospitais, como Picasso, Rembrandt, Bruegel, Gerrit Dou, Metsu, Goya y Lucientes, Eakins, Jiménez Aranda, Luke Fildes, Toulouse-Lautrec e Frida Kahlo. No segundo eixo expositivo, fez-se uma seleção de manuscritos e objetos médicos pertencentes ao antigo Hospital da Misericórdia de Soure, surgido no século XVII [informação da entidade organizadora].


segunda-feira, 3 de outubro de 2016

Alexandra Hedison expõe no Centro Cultural de Cascais

A exposição Everybody Knows This is Nowhere, da artista norte-americana Alexandra Hedison, estará patente no Centro Cultural de Cascais de 7 de Outubro de 2016 a 8 de Janeiro de 2017.


[Untitled #5 (Nowhere)]

Alexandra Hedison é muito conhecida do público em geral pelo seu trabalho na área da representação na televisão e cinema, mas a exposição a decorrer em Cascais, dentro da programação contemporânea que o Centro Cultural tem vindo a desenvolver, representa o trabalho de fotografia documental sobre a ideia de narrativa mutável - reflexo da história pessoal da artista, da sua memória e da própria essência, tempo e mutabilidade de um lugar (informação e imagem fornecidas pela entidade organizadora).



terça-feira, 14 de junho de 2016

Aurélia de Sousa

Retiro do jornal Público o Público: "Dividida entre a Casa Museu Marta Ortigão Sampaio, no Porto, e o Museu da Quinta de Santiago, em Leça da Palmeira, Matosinhos, a exposição Aurélia, mulher artista, inaugurada esta segunda-feira [13 de junho], celebra os 150 anos de um grande nome da arte portuguesa, Aurélia de Sousa (1866-1922), autora de centenas de pinturas, muitas delas inacessíveis ao público, e de um enorme acervo de fotografias, quase todo ainda por estudar".

É, pela notícia, uma bela exposição que não quero perder.

terça-feira, 8 de março de 2016

Rua das Gaivotas 6


Os encontros O Que Um Livro Pode continuam a sua exploração sobre o livro infantil, agora com atenção especial aos livros de fotografia para crianças, aos pop-ups e aos livros de Bruno Munari, feitos a pensar nos mais novos, além da exposição de livros de fotografia “Clique! diz a câmera”, com curadoria de David-Alexandre Guéniot, ateliês para crianças, conversas e a sala dos livros, com mostra e venda de edições. Organização e produção: Oficina do Cego / GHOST / TIPO.PT / STET, em colaboração com Rua das Gaivotas 6 e apoio playground.atelier.


Rua das Gaivotas 6, novo espaço cultural com direção artística do Teatro Praga, apresenta desde outubro de 2015, uma programação regular de artes performativas, artes visuais, literatura, conferências, cinema e workshops, a que se junta um espaço "para começar" a nova produção artística contemporânea ainda sem lugar nas programações das instituições.

Além dos encontros O Que Um Livro Pode, destaque para Cumplicidades - Festival Internacional de Dança Contemporânea de Lisboa (4 a 19 de Março, vários espaços de Lisboa, produção da EIRA) está na Rua das Gaivotas 6 depois da estreia piloto em 2015. Na sua 1ª edição, o Festival aproxima Portugal a outras latitudes geográficas e coreográficas dos países do Mediterrâneo sob o lema “Latitudes em Movimento”.

terça-feira, 13 de outubro de 2015

Código Postal: A2053N

Código Postal: A2053N é o trabalho fotográfico de Pepe Brix que documenta a vida a bordo dos bacalhoeiros portugueses, que ano após ano seguem viagem para os Grandes Bancos da Terra Nova em busca do Bacalhau. Publicado na edição de fevereiro da revista National Geographic Portugal, o trabalho está agora a percorrer as galerias do país e chega a Lisboa, ao Time Out Market (Mercado da Ribeira), com exposição a inaugurar em 15 de outubro, pelas 21:30. Pode ser vista até 15 de novembro. É apresentada como homenagem aos últimos heróis portugueses da pesca do bacalhau (informação da organização).


quinta-feira, 1 de outubro de 2015

Imprensa empresarial em Portugal


Gosto do cartaz da exposição Imprensa Empresarial em Portugal. 145 Anos de Jornais de Imprensa, a inaugurar dia 6 de outubro, às 18:30, na Biblioteca Nacional. Retiro da apresentação da exposição:

"Esta exposição bibliográfica celebra não só os 145 anos deste género particular de imprensa, mas também o 20.º aniversário do primeiro livro nacional publicado sobre a referida temática – Imprensa Empresarial: da Informação à Comunicação (Porto: Edições ASA, 1995) –, obra da autoria de João Moreira dos Santos, comissário e autor desta exposição. Tendo por base uma amostra relevante de publicações – representativas de um universo de cerca de 900 títulos empresariais, publicados desde 1869 por empresas de todos os sectores de atividade económica –, é possível seguir a história económica e política de Portugal dos últimos dois séculos, verificando os seus reflexos na linha editorial e gráfica dos chamados «jornais de empresa», a qual foi sendo alterada ao longo dos diferentes regimes políticos portugueses".

quarta-feira, 30 de setembro de 2015

Feira de discos de vinil

No dia 28 de Novembro, das 10:00 às 21:00, vai decorrer a Feira de Discos de Vinil de Lisboa, na Taberna das Almas (Regueirão Anjos 68, Lisboa) aberta a todos os interessados, vendedores amadores e profissionais. Para além da venda de discos, a Feira conta com a representação de editoras independentes nacionais e estrangeiras, exposição de equipamentos aúdio, exposição de ilustração por Esgar Acelerado, apresentação do Festival Barreiro Rocks 2015 e concerto no encerramento do evento. Inscrições para o email: info@feiradediscosdevinildelisboa.com.

quinta-feira, 17 de setembro de 2015

Percursos

Inauguração amanhã dia 18, às 19:00 no mercado do Forno do Tijolo, em Lisboa, com trabalhos de André Alves, Carlos Filipe Maia, Cátia Cunha Pimentel, Flávio Filho, Gonçalo Pôla, Hugo Valério, Luis Bompastor, Luis Ferreira, Mafalda Silva, Nuno Lopes, Rebeca Bonjour, Sara Almiro e Sara Matos.

Exposição até 5 de outubro, de quarta a sábado, das 14:00 às 20:00 na rua Maria da Fonte, em Arroios, Lisboa (metro: Intendente/Linha Verde).

terça-feira, 8 de setembro de 2015

Sam Shaw - 60 Anos de Fotografia

A inesquecível fotografia de Marilyn Monroe de pé sobre um respiradouro do metro e uma lufada de ar soprando o seu vestido branco é um dos trabalhos mais conhecidos do fotógrafo nova-iorquino Sam Shaw e, naturalmente, faz parte das cerca de 200 imagens que compõem a exposição Sam Shaw: 60 Anos de Fotografia. Uma retrospectiva que percorre as mais de seis décadas da prolífica carreira do reconhecido fotógrafo, passando pelo fotojornalismo, os retratos e a indústria cinematográfica. A exposição, que inclui algumas fotografias raras e nunca antes vistas e outras tão célebres quanto a imagem de Marlon Brando de t-shirt rasgada no filme Um Eléctrico Chamado Desejo (1951), inicia em Cascais a sua digressão mundial e estará patente no Centro Cultural de Cascais, pela mão da Fundação D. Luís I, de 11 de Setembro até 8 de Novembro de 2015 (texto da organização) [já fizera referência à exposição em 30 de junho, em http://industrias-culturais.blogspot.pt/2015/06/sam-shaw-60-anos-de-fotografia-no.html] [New York City, 1954].