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sexta-feira, 17 de março de 2017

15 anos de blogosfera

Ainda a propósito da palavra escanifobético, este blogue entra hoje no seu 15º ano de existência. O seu autor começa a ser fora do normal ou desajeitado. Porque escreve ele um blogue e não muda para o Facebook ou o Twitter? Estas duas redes sociais têm um design mais bonito e a sua interação é maior.

No cabeçalho do blogue, escrevi "Textos de Rogério Santos, com reflexões e atualidade sobre indústrias culturais (imprensa, rádio, televisão, internet, cinema, videojogos, música, livros, centros comerciais) e criativas (museus, exposições, teatro, espetáculos)". E Maria Arliette Moreira, pequena cantora da Rádio Peninsular (começos da década de 1930), está a encimar a apresentação do blogue. Isso significa a minha maior inclinação para a rádio entre as indústrias culturais e criativas.


Hoje, informaram-me que um livro sobre a história da rádio está quase pronto a arrancar em termos de produção. Por isso, percorri a pé, com mais alegria, as avenidas da República, Fontes Pereira de Melo e Liberdade. A manhã está magnífica, as lojas cheias de novidades e as pessoas passeiam lentas e em grupo, a antecipar um fim de semana agradável. A primavera espreita. Logo: este blogue é primaveril.

terça-feira, 14 de março de 2017

Os blogues e a sua memória histórica

Retirado de http://sobre.arquivo.pt/noticias/arquivo.pt-junta-bloggers-nacionais-em-workshop (2017-02-24) [como não soube da organização deste evento, fica aqui registado].

Blogs que ficam para a História: formação oferecida pelo Arquivo.pt

“Como pode o meu blog ficar na História digital de Portugal?” é a pergunta de partida para este encontro dedicado à preservação digital.
Bootcamp Arquivo.pt
No dia 23 de Fevereiro de 2017, a unidade FCCN da Fundação para a Ciência e Tecnologia, em Lisboa, responsável pelo Arquivo.pt, foi palco de uma ação de formação gratuita para bloggers das áreas de tecnologia, lifestyle e moda. Sob o mote de trabalhar para deixar os seus blogs para a história da web portuguesa, este conjunto de bloggers uniu-se à infraestrutura de investigação Arquivo.pt assistindo a sessões sobre técnicas de preservação digital.

quinta-feira, 17 de março de 2016

13 anos a escrever no blogue

Foi em 17 de março de 2003 que comecei a escrever aqui. A mensagem inicial foi: "Este weblog destina-se a apresentar textos sobre indústrias culturais (imprensa, rádio, televisão, internet, videojogos, publicidade)". Depois, aportuguesei a palavra blogue. Não imaginava que, treze anos depois, continuava a publicar regularmente as minhas leituras e opiniões sobre indústrias culturais e indústrias criativas. Nos primeiros anos, fui testando diferentes modelos gráficos de apresentação, abaixo, ou ao lado, indicados (não consigo ampliar mais as imagens), dando conta também da evolução gráfica da própria empresa onde o blogue está alojado.

Obrigado a todos os leitores que me têm acompanhado.


terça-feira, 24 de março de 2015

A profissionalização de um blogue

Na aula de hoje, tivemos uma escritora profissional de blogues. Licenciada em ciências da comunicação e antiga jornalista especializada nas áreas da cultura, moda, beleza e consumo, começou a escrever o seu blogue nessas temáticas. Onze anos depois de o iniciar, tem mais de 50 milhões de visitas, 200 mil seguidores no Facebook e Instagram, parcerias rentáveis com marcas e um público alvo estimado de mulheres vivendo em Lisboa e Porto entre os 20 e os 45 anos. Já em 2008, uma editora convidara-a a escrever um livro em papel com os melhores textos publicados no blogue. A evolução do blogue levou-a a criar uma marca de produtos e a abrir uma loja com uma amiga e agora sócia.

Para a convidada na aula, as empresas descobriram os blogues como veículos de maior propagação que os meios de comunicação mais tradicionais. A escrita em blogues é mais directa que esses outros meios. O estilo da sua escrita oscila entre o humor e a ironia, com um lado de cronista social. No começo, escreveu também sobre colegas, ainda numa fase de anonimato. Depois, quando o seu primeiro livro saiu, ela publicitou o nome e, apesar de perder alguma originalidade inicial, continuou a crescer em número de visitantes e comentários, granjeando mais popularidade.

As perguntas da turma foram estimulantes. Porque não criou uma revista em papel, que papéis desempenha, onde trabalha, como trabalha, como se relaciona com as marcas e os leitores, é isenta ou parcial, o sucesso foi preparado ou foi acontecendo por acaso, vê-se a escrever no blogue até à reforma, como articula texto e imagem (fixa e em movimento), como separa a informação que lhe chega à caixa de correio.

Agora, o trabalho da turma vai ser enquadrar a actividade desta autora de blogue e livros com a de criadora de negócios numa área emergente das indústrias culturais e criativas.

terça-feira, 17 de março de 2015

12 anos do blogue Indústrias Culturais

Foi a 17 de Março de 2003 que iniciei este espaço. Para trás, ficam 8070 mensagens publicadas! Muito obrigado a quem me tem lido.

sexta-feira, 26 de dezembro de 2014

12 anos de blogues

Todos os anos, recordo aqui como comecei a escrever em blogues. No início, José Carlos Abrantes (professor de Teoria e História da Imagem na Faculdade de Letras da Universidade de Coimbra e na Escola Superior de Comunicação Social de Lisboa, provedor dos leitores do Diário de Notícias e dos telespectadores na RTP) e eu demos animação a um blogue do CIMJ (Centro de Investigação Media e Jornalismo). Outros colegas participavam na escrita de textos mas nós mantivemos uma colaboração mais intensa, depois transferida para blogues pessoais.

O meu primeiro blogue chamou-se Teorias da Comunicação, iniciado em Março de 2003, seguindo-se este Indústrias Culturais. Quer um quer outro destinavam-se a apoios de aulas que eu então leccionava. Depois, descontinuei o blogue Teorias, não sabendo agora sequer o endereço na internet. Os textos desse blogue acabaram por ser transferidos para este. O blogue Indústrias Culturais serviu, ao longo deste tempo todo, várias funções. Uma delas, foi a edição de um livro, com um texto inicial feito de raiz para esse objectivo. Outra foi a participação em colóquios e congressos em Portugal, Espanha e Brasil. Ele também serviu para experimentar outros media como a produção de pequenos vídeos de informação (sem qualquer ambição estética mas dando conta de teses de doutoramento sobre comunicação, cultura e media, por exemplo).

No começo da actividade dos blogues, em 2002-2003, eles eram pensados como ferramentas tecnológicas revolucionárias. Por exemplo, pensava-se que o jornalismo seria substituído pelos blogues, dada a nova possibilidade de fácil produção de textos por toda a gente. Com redes sociais mais amplas como o Facebook, criou-se a ideia de o utilizador ser também produtor de conteúdos, que, sem ser errado, criou um dos melhores mitos em torno do sublime tecnológico - a ideia que a tecnologia em si muda a sociedade. Ora, muitos dos textos produzidos na internet não têm qualidade e muitos até são ofensivos. A eliminação de controlo de qualidade ou de uma espécie de editor que classifica as ideias e os modos como se publicam textos - a ausência de regras e códigos deontológicos - conduz a uma imensidão de textos e imagens que se repetem e sem preencherem o requisito do produtor-utilizador na acepção correcta da ideia.

Quando surgiram os blogues, criou-se uma espécie de comunidade de autores-escritores que se reuniam, marcavam almoços e jantares. Eu estive presente no Alentejo, em Coimbra, no Porto e aqui em Lisboa a testemunhar esse nascimento. Como se criou, o movimento esvaiu-se. Por esses anos, intentaram-se criar redes de blogues. Estive para participar numa rede de blogues portugueses, com a ideia de também angariar publicidade. Acabei por participar numa rede de blogues liderada pela universidade de Marselha (França), de que ainda mantenho a escrita, que é uma cópia do que aqui escrevo. No início, a adesão de algumas das personalidades públicas a este tipo de escrita serviu para a sua massificação, além da grande facilidade de escrita nestas plataformas. Uma das personalidades públicas que mais contribuiu foi José Pacheco Pereira com o seu blogue Abrupto.

Muitas das cerca de oito mil mensagens que já produzi não tem valor excepto darem conta de ocorrências, tipo lançamento de livros ou actividades programadas para um dia. Mas, muitas das vezes, funciona como uma espécie de diário. Aliás, a ideia original de blogue era essa, a de escrita (e publicitação para um público que não se conhece) de um diário, como a palavra espanhola aplicada a este trabalho - bitácora. Com a expansão de outras redes mais colaborativas, como o Twitter e o Facebook, o blogue ressentiu-se, perdeu adeptos e escritores, que se passaram para essas redes.

quarta-feira, 26 de dezembro de 2012

Dez anos a escrever em blogues

Foi exatamente há dez anos, no dia a seguir ao Natal de 2002, que comecei a escrever em blogues. Então associado ao blogue do CIMJ (Centro de Investigação Media e Jornalismo). Escrevi às 15:31 desse dia: "Uma boa tarde para todos. A altura em que se começa este weblog faz-me lembrar outra experiência, a do "Diário dos Media" (há dois anos). Espero que haja sucesso também neste projecto".

Nesse blogue, já desativado, escrevi, embora irregularmente, até 17 de dezembro de 2003. A minha última mensagem, publicada na data agora indicada, tinha o seguinte teor:

"WEBLOGS E JORNALISMO "Este weblog está a fazer um ano de existência. O primeiro post em arquivo data de 26 de Dezembro de 2002, escrito por mim, embora me recorde de haver mais um ou outro post anterior escrito pelo José Carlos Abrantes, o grande dinamizador do weblog, e pelo António José Silva. A regularidade não tem sido muito boa - eu próprio estou entre os que não tem cumprido tal desiderato - mas não quero deixar de emitir uma opinião acerca da efeméride e dos weblogs ligados ao jornalismo. Isto a propósito de duas coisas.

"A primeira é a leitura (descoberta) de um texto datado de 1940, de Paul Lazarsfeld, chamado Radio and the printed page, em que o responsável pela pesquisa administrativa e dos efeitos limitados dos media, comparou o impacto da rádio, meio ainda recente na época, e os jornais. Uma das perguntas que ele fez foi: será que a rádio irá retirar campo à leitura (de jornais e de livros)? Nós já nos esquecemos desta questão, pois andamos à volta de outra: o consumo da televisão e da internet contribuem para a iliteracia? Na pág. 264 do seu livro, Lazarsfeld conclui que, até ao advento da rádio, o jornal preenchia duas funções: 1) relatar o que acontecera, e 2) interpretar a importância do acontecimento. Mas, dado que a rádio é mais rápida em relatar acontecimentos, a imprensa perde este papel. Quando abrimos um jornal, escreveu Lazarsfeld, provavelmente já conhecemos os principais acontecimentos através da rádio. Hoje, diríamos o mesmo da televisão ou da internet. Lazarsfeld ainda não escrevera sobre o two step flow of information e sobre a importância dos líderes de opinião, o que iria acontecer nos anos seguintes. Mas fala em reforço: para ele os ouvintes tipo J (jornais) têm capacidades suficientes para ler os jornais com facilidade, mas o seu interesse nas notícias intensifica-se através da complementaridade da audição da rádio. Ao invés, os ouvintes tipo R (rádio), porque dão maior destaque à rádio, têm um interesse mais modesto e recente em termos de notícias (p. 254). Ou seja, e nas palavras de Lazarsfeld, a dieta noticiosa do ouvinte tipo R é menos variada que a dos consumidores de notícias de jornais.

"A outra coisa é o trabalho de Manuel Pinto no weblog Jornalismo e Comunicação, local de passagem obrigatória para quem quer saber notícias que os media tradicionais ainda não publicaram. Através dele soubemos, por exemplo, da saida de Joel da Silveira da AACS. O que chamo a atenção é para a linguagem que Manuel Pinto está a usar. Escreve ele: segundo uma fonte bem colocada; segundo apurou este weblog. Aqui está o cerne do jornalismo, a notícia nova, a cacha. Manuel Pinto, o professor está a (re)adquirir o hábito de jornalista, atitude salutar para quem ensina jornalismo, isto é, misturar a prática com a teoria. Há, assim, a contínua deslocação entre dar o novo (o trabalho do jornalista) e o reflectir sobre as tendências dos media (o sociólogo, ou mediólogo, como a análise às referências recentes sobre a regulação dos media, a partir de posições defendidas num jantar na última semana). O novo medium (re)ocupa o lugar dos velhos media, na pesquisa e divulgação em primeira mão - mas também na análise e interpretação.

"Paul Lazarsfeld e Manuel Pinto, comungando vivências distintas, alertam-nos, contudo, para questões próximas. De que destaco uma: o consumidor do weblog da Universidade do Minho, ou quiçá o leitor deste nosso weblog, reforça o seu conhecimento adquirido noutros media. Em que a gratificação - para pegar na terminologia de uma das mais qualificadas colaboradoras de Lazarsfeld, Herta Herzog - resulta numa maior capacidade de reflectir sobre o mundo em volta e numa mais consciente tomada de posição (e de decisão, se tiver poder para isso).

"Talvez por isso valha a pena fazer um esforço para, no dia 26, o weblog do CIMJ começar o seu segundo ano de actividade".

Um destes dias, vou fazer um balanço das minhas escritas em blogues. Votos de continuação de boas festas.

quinta-feira, 22 de março de 2012

Andy Sennitt

Habituei-me a ler Andy Sennitt, do Media Network, pertencente à Radio Netherlands Worldwide (RNW). Hoje, foi o último dia dele em termos de blogue. A fazer 62 anos, Sennitt decidiu a pré-reforma, pois os tempos não estão fáceis na empresa dele. Devido a cortes orçamentais, a RNW vai despedir três quartos dos seus empregados durante os próximos meses.

O blogue de Andy Sennitt cobre notícias sobre os media internacionais, em especial a rádio, desde 2003 até agora, o que o torna uma importante fonte de informação.

sábado, 17 de março de 2012

Nove anos de escrita de blogues

O blogue http://industrias-culturais.blogspot.com/ (agora http://industrias-culturais.blogspot.pt/) começou em 17 de março de 2003, faz hoje nove anos, numa aplicação disponibilizada pela Pyra, de Evan Williams e Meg Hourihan. Em 1999, ainda na fase beta, a aplicação tomara o nome de Blogger e foi remodelada em 2002. No final deste último ano, eu e vários colegas iniciámos um blogue ligado a um centro de investigação na área dos media. Verifiquei a facilidade de escrita e interatividade dos blogues.

Então, eu começara a lecionar um seminário de mestrado sobre indústrias culturais na Universidade Católica, numa altura em que saira um magnífico livro de David Hesmondhalgh com o título de Cultural Industries. Descobrira algum tempo antes o texto fundador do conceito em Portugal, de Maria de Lourdes Lima dos Santos, e que me foi sempre inspirador. As minhas aulas do seminário assentaram muito nesses dois textos. Ao mesmo tempo, senti necessidade de pensar e escrever sobre o assunto e, como a página da intranet da universidade ainda não estava muito desenvolvida, decidi aproveitar a facilidade da ferramenta da Blogger para o efeito. O layout inicial era simples, como se vê a seguir. Depois, fui evoluindo, não sei se bem ou não, às vezes com ajuda de quem sabe liguagem html, outras vezes com a minha imaginação.

Do texto, passei lentamente para a imagem fixa e vídeo. Coloquei poucos podcasts, mas a empresa onde alojava os sons desapareceu e perdi esses sons, nomeadamente uma conferência. Muito mais recentemente, ao longo deste mês de março de 2012, uma empresa de slides encerrou a sua atividade e eu perdi (estou a perder) mais de uma trintena de ficheiros em forma de slide, o que significa alguns "buracos" na informação disponibilizada no blogue.

Neste momento, já escrevi 7266 mensagens. Reconheço que algumas são mais interessantes do que outras, umas mais profundas do que outras, diversas sobre eventos do momento e sem qualquer esforço analítico. Do grupo muito restrito de leitores, o blogue foi crescendo em termos de audiência. Há três anos, o número de visitantes únicos por dia atingiu mil, número hoje mais limitado mas ainda na casa das centenas de visitantes.

Como escrevo na coluna fixa ao lado, a escrita do blogue serviu para o núcleo de um livro, publicado em 2007 pela editora Edições 70. Serviu ainda para que me convidassem a falar sobre blogues e cultura no período áureo dos blogues, sensivelmente entre 2003 e 2006. Com o advento do Facebook, leitores e produtores de conteúdos fizeram uma espécie de migração, no que considero ser uma transformação de moda.

Escrever no blogue implica regularidade nas mensagens (postais) que aqui se coloca e procura de isenção em termos de pontos de vista, embora se reconheça que é um espaço individual, uma montra pessoal. A regularidade e a busca de isenção pode produzir credibilidade, embora o próprio tenha dificuldade de falar disso em causa própria. A regularidade significa rotina, quer dizer: procurar matéria diferente, fazer um esforço pedagógico, arranjar um pouco de tempo por dia. É como escrever uma carta a alguém, com notícias sempre novas sobre comunicação e cultura da nossa cidade ou país. A rotina diária torna-se uma quase obrigação para leitores que não sabemos quem são, mas que se vão revelando nos emails que se recebe, nas conversas que se têm em encontros ou congressos.

Algum tempo atrás, estive para parar. A rotina cansa. Acabei por continuar. No ano passado, criei uma espécie de extensão noutra plataforma que não a Blogger e comecei a desenhar uma espécie de divisão de tarefas: os textos maiores na extensão, os textos sobre eventos aqui. Até há algumas semanas, segui esse sentido, mas estou a reconsiderar. Esta é a casa inicial, pelo que devo continuar a colocar os textos mais interessantes aqui. E espero fazer dez anos de escrita de blogue em 2013. Depois, ver-se-á. Talvez então me reforme do blogue.

terça-feira, 15 de novembro de 2011

Comment bloguent-ils?


« Comment bloguent-ils ? » C'est la question qui sera explorée les 1er et 2 décembre 2011 au cours d'un événement organisé à Lyon par l'Institut des Sciences de l'Homme, la Maison de l'Orient et de la Méditerranée, l’URFIST de Lyon et le Centre pour l'édition électronique ouverte (Cléo). Trois moments forts ponctueront cette manifestation autour des carnets de recherche en sciences humaines et sociales.

Une table-ronde, animée par Pierre Mounier, directeur-adjoint du Cléo et co-animateur de la plateforme Hypothèses.org, permettra à plusieurs auteurs de carnets de recherche de rendre compte de leurs expériences: Eric Verdeil, chercheur au laboratoire Environnement Ville Société, CNRS-Université de Lyon et animateur du blog Rumor (http://rumor.hypotheses.org), Frédérique Giraud, doctorante au Centre Max Weber et animatrice du blog Sociovoce (http://sociovoce.hypotheses.org), Pierre Mercklé, maître de conférences à l'ENS Lyon et membre du Centre Max Weber, animateur du blog quanti (http://quanti.hypotheses.org) et du portail liens socios (http://www.liens-socio.org), Françoise Acquier, documentaliste au Centre de recherche sur l'espace sonore et l'environnement urbain et animatrice du blog le Cresson veille (http://lcv.hypotheses.org).

quarta-feira, 26 de outubro de 2011

INTERNATIONALISATION



"Hypotheses.org compte depuis ses débuts des carnets de recherche en langue anglaise (45 carnets comme Caste, Land and Custom), espagnole (9 carnets comme Nuevo Mundo Radar), portugaise (4 comme Indústrias Culturais), arabe (3 comme Lire le livre), etc. Mais c’est avec l’ouverture d’un bureau OpenEdition à Lisbonne qu’Hypotheses.org a initié sa politique actuelle d’internationalisation" [http://hypotheses.org/internationalisation].

quarta-feira, 13 de abril de 2011

BLOGUE PREMIADO PELA DEUSTCHE WELLE

O blogue A Tunisian Girl venceu a sétima edição anual da Deutsche Welle Blog Awards, premiada por um júri internacional de especialistas em blogues e media. Lina Mhenni Ben, de 27 anos, professora na Universidade de Túnis, tem um blogue onde escreve sobre a repressão e a censura no seu país desde 2007, ainda antes da revolta popular depor o presidente Ben Ali. Durante os protestos de Dezembro de 2010 e Janeiro de 2011, ela esteve em lugares como Sidi Bouzid e Kasrine, onde documentou a repressão e os assassinatos que ali ocorreram. Agora, mantém um olhar atento sobre a evolução politica na Tunísia [texto construído a partir da notícia do European Journalism Centre].

quinta-feira, 17 de março de 2011

OBJECTIVOS DO BLOGUE EM 17 DE MARÇO DE 2003

Há oito anos, ao iniciar o blogue, escrevi que ele se destinava "a apresentar textos sobre indústrias culturais (imprensa, rádio, televisão, internet, videojogos, publicidade)".

Já publiquei mais de 6600 mensagens ao longo da sua duração, com milhão e meio de páginas vistas até agora. Neste dia de aniversário do Indústrias, espero que continuem a gostar de ler o que edito.

sábado, 5 de março de 2011

A MINHA VIDA DAVA UM BLOGUE, ESCREVE ELA

Esta semana, conheci a autora do blogue Jojozinha, um blog, sobre quem escrevi aqui e aqui. Ela é muito inteligente, como prova o prémio que recebeu enquanto aluna de comunicação. Vou continuar a ler os seus textos.

quarta-feira, 29 de dezembro de 2010

UM BLOGUE SOBRE DESIGN

Design em Lisboa é um blogue de arquitectos, designers e decoradores com o objectivo de descomplicar, pertencendo à comunidade Cowork na Lx. Factory, em Alcântara, Lisboa. Os textos pertencem à jornalista Helena Paulino. Blogue a acompanhar.


segunda-feira, 27 de dezembro de 2010

DOIS ANOS DE UM BLOGUE QUE CONTA UMA VIDA

O endereço é A minha vida dava um blog, mas o título que aparece no frontispício é Jojozinha, o blog. Joana, como aparece numa das mensagens, começou a escrever o seu blogue em 1 de Janeiro de 2009, estando quase a comemorar dois anos de existência, pelo que envio felicitações.

Os blogues são o espelho das pessoas que neles escrevem. Do blogue, sabemos o nome dos familiares, as alegrias e os problemas do quotidiano, a cidade onde Joana nasceu, algumas (poucas) fotografias da autora. Mas também partilha com os seus muitos leitores os concertos, os perfumes, as malas e os sapatos, as lojas de preferência e as amigas mais próximas. Do blogue, retirei vários textos curiosos: sobre as suas preferências alimentares e a euforia por acabar a licenciatura e, depois, começar o estágio em jornalismo num canal de televisão. Os blogues são espaço público em que vidas privadas se narram. Antropólogos, sociólogos e historiadores têm aí um terreno excepcional de investigação. No caso presente, os gostos, os consumos e a cultura de uma jovem adulta urbana e universitária.

Não vou para o Starbucks empanturrar-me de frappuccinos de caramelo, nem estudar que é Sexta-feira e por amor de Deus à Sexta-feira não se estuda! E à Sexta-feira também não se vai à aula de inglês ler artigos dos anos 40 ainda por cima em inglês!!!

Sabem o que eu queria mesmo, mesmo? Estar neste momento na esplanada de um restaurante que existe na Sé, em Faro, a comer sardinhas assadas e a aproveitar esta noite quente que está hoje!

Enquanto comia um delicioso queijinho fresco à frente da televisão, lá apanhei no telejornal a festa vitoriosa do Olhanense que conseguiu subir para a primeira divisão. Deixou-me feliz.

Reza a tradição que, num dia de baile, o que mais importa é a preparação que o antecipa. Por isso, hoje vou trocar os meus óculos de sol e toalha de praia por umas horinhas no cabeleireiro, manicure e esteticista. [...] trocamos o ambiente académico boémio por uma noite numa quinta em Cascais em regime de Moscatel, aveludado de legumes com croutons de pão e azeite, nacos de lombo com dados de bacon, Amêndoa Amarga e Carolans.

Vou passar o próximo fim-de-semana à terrinha e faço contas de ir à feira de Santa Iría, que lá se irá alojar de dia 16 a 25 deste mês, comer uma grande sandes de presunto e queijo da serra (Óptima!).

[...] deixo-vos completa a minha lista de prendas para o meu aniversário. Simples que só ela e com legenda, que passo a escrever: 1. Relógio Tribella da Nixon (tem que ser naquela cor), 2. Creme da Rituals, "Honey Touch", 3. Perfume da Diesel, "Duel for Life", 4. Mala da Billabong (sim, essa mesma), 5. "O Símbolo Perdido", Dan Brown, 6. Bilhete para o concerto do Mika em Fevereiro (não, não é preciso o cd), 7. Relógio da Swatch (preto), 8. "Fúria Divina", José Rodrigues dos Santos.

Ambrósio... apetece-me sol, areia molhada, trinta graus, uvas, cornetos de morango, mini-saias, sardinhas assadas, mergulhos, havaianas, óculos de sol, esplanadas, martinis, gelo, férias, cerejas e melancia. Partilhamos?

Apetece desligar. Esquecer tudo. Trocar o Iphone pelo melhor romance de Umberto Eco e saboreá-lo no sofá da sala. Pegar nos ténis e óculos de sol e correr até à praia mais próxima.

Estou em pulgas para reunir todas as minhas fitas. [...] Sábado é a benção. Sábado é a benção. Sábado é a benção! Quero lá saber se o Papa está cá ou se o Benfica é campeão: mais um mês e sou... LICENCIADA!

Estava eu ontem no restaurante a olhar de meio em meio segundo para o telemóvel à espera que me dissessem alguma coisa e foi então que me ligam dos recursos humanos a dizer que reúno todas as condições para começar o estágio de 6 meses no dia 30 de Agosto.

Estágio. Então muito bem... hoje é o meu último dia na Agenda, o que siginifica que para a próxima semana começo a fazer JORNALISMO a sério! Acabei de ir falar com a [...] e ela concordou em deixar-me fazer parte da sua equipa.

Aproveito a minha merecida folga para referir que a minha primeira peça passou no sábado, no [...] (foi a do 25º aniversário do Super Mario), e dizer que podem deixar comigo sugestões de reportagem: injustiças, curiosidades, interesses, enfim...

domingo, 26 de dezembro de 2010

OITO ANOS DE ESCRITA DE BLOGUES

"Uma boa tarde para todos. A altura em que se começa este weblog faz-me lembrar outra experiência, a do Diário dos Media (há dois anos). Espero que haja sucesso também neste projecto" (primeira mensagem que publiquei num blogue inicial do CIMJ - Centro de Investigação Media & Jornalismo, a 26 de Dezembro de 2002, faz hoje oito anos).

A mensagem seguinte publicá-la-ia no dia 30 de Dezembro de 2002: "Saíu o nº 6 da revista do Obercom, a Observatório, com o título de capa «Televisão, qualidade e serviço público». Traz um conjunto de textos onde o serviço público e a qualidade do mesmo são questionados, de autoria de Francisco Rui Cádima, Charo Gutierrez Gea (laboratório de prospectiva en investigação em comunicação, Barcelona), Milly Buonano (professora associada de uma universidade de Roma) e Unesco. De outros textos destaco o liderado por Isabel Ferin (mais Catarina Burnay e Leonor Gameiro), sobre a ficção em português nas televisões generalistas, e Ana Paula Meneses, sobre telenovelas".

Seguir-se-iam outras mensagens. Posso lê-las mas não aceder ao blogue, pois desde Maio último que a Blogger não tem suporte para publicação por FTP. Já antes o blogue inicial do CIMJ, animado por José Carlos Abrantes e eu, estava inoperacional, o que causa alguma mágoa. Os anos vão passando, mas o dia a seguir ao Natal é sempre comemorado por mim como o começo da aventura dos blogues. Depois, em Março de 2003, começava a escrever aqui no Indústrias.

[imagem tirada na Alameda D. Afonso Henriques, Lisboa]

terça-feira, 23 de novembro de 2010

BLOGUE

Embora sem produção regular mas de boa qualidade, o blogue Urbscape mistura arte urbana, história, marketing, mix-comercial, paisagem e urbanismo.

sexta-feira, 5 de novembro de 2010

AFRICAN BLOGGER COMMUNITY

"Africa's blogger community is still in its infancy, but it has already demonstrated its importance in mobilising opinion in Kenya and Nigeria and promises to be a significant player in the fight for democracy and free expression across the continent" (Geraldine de Bastion, Africa's blogosphere. Citizen journalism from Cairo to Cape Town, Eurozine). Read more.

quinta-feira, 4 de novembro de 2010

STATE OF THE BLOGOSPHERE 2010

"The 2010 edition of State of the Blogosphere finds blogs in transition—no longer an upstart community, now with influence on mainstream narratives firmly entrenched, with bloggers still searching for the next steps forward. Bloggers’ use of and engagement with various social media tools is expanding, and the lines between blogs, micro-blogs, and social networks are disappearing. As the blogosphere converges with social media, sharing of blog posts is increasingly done through social networks—even while blogs remain significantly more influential on blog content than social networks are.

"The significant growth of mobile blogging is a key trend this year. Though the smartphone and tablet markets are still relatively new and most analysts expect them to grow much larger, 25% of all bloggers are already engaged in mobile blogging. And 40% of bloggers who report blogging from their smartphone or tablet say that it has changed the way they blog, encouraging shorter and more spontaneous posts.

"Another important trend is the influence of women and mom bloggers on the blogosphere, mainstream media, and brands. Their impact is perhaps felt most strongly by brands, as the women and mom blogger segment is the most likely of all to blog about brands. In addition to the conducting our blogger survey, we interviewed 15 of the most influential women in social media and the blogosphere.

"These changes are occurring in the context of great optimism about the medium: over half of respondents plan on blogging more frequently in the future, and 43% plan on expanding the topics that they blog about. Bloggers who get revenue from blogging are generally blogging more this year than they were last year. And 48% of all bloggers believe that more people will be getting their news and entertainment from blogs in the next five years than from the traditional media. We’ve also asked consumers about their trust and attitudes toward blogs and other media: 40% agree with bloggers' views, and their trust in mainstream media is dropping.

"7,200 bloggers responded to our survey this year, our largest response ever. As with our report last year, we have chosen to display our results in terms of four different types of bloggers" (Jon Sobel, Co-Executive Editor of Blogcritics).

Read more here. Image from here.